- Você é escritora? - Sou sim. - Então fala: "Comi um miojo" - Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que aquela saborosa massa com ervas e especiarias. Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele maravilhoso carnaval de sabores em minha boca. - Você é o Drummond? - Sou sim - Então fala: "comi um miojo" - No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha Tinha um miojo No meio da cozinha tinha um miojo Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minha barriga tão esvaziada Nunca me esquecerei que no meio da cozinha Tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio ...
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Q1130000
Leia o texto abaixo para responder à questão.
- Você é escritora? - Sou sim. - Então fala: "Comi um miojo" - Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que aquela saborosa massa com ervas e especiarias. Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele maravilhoso carnaval de sabores em minha boca. - Você é o Drummond? - Sou sim - Então fala: "comi um miojo" - No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha Tinha um miojo No meio da cozinha tinha um miojo Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minha barriga tão esvaziada Nunca me esquecerei que no meio da cozinha Tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio ...
- Você é escritora? - Sou sim. - Então fala: "Comi um miojo" - Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que aquela saborosa massa com ervas e especiarias. Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele maravilhoso carnaval de sabores em minha boca. - Você é o Drummond? - Sou sim - Então fala: "comi um miojo" - No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha Tinha um miojo No meio da cozinha tinha um miojo Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minha barriga tão esvaziada Nunca me esquecerei que no meio da cozinha Tinha um miojo Tinha um miojo no meio da cozinha No meio da cozinha tinha um miojo Tinha um miojo no meio ...
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Q1129986
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
O Deus-Verme
Fator universal do transformismo.Filho da teleológica matéria,Na superabundância ou na miséria,Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismoEm sua diária ocupação funérea,E vive em contubérnio com a bactéria,Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,Janta hidrópicos, rói vísceras magrasE dos defuntos novos incha a mão…
Ah! Para ele é que a carne podre fica,E no inventário da matéria ricaCabe aos seus filhos a maior porção!
Augusto dos ...
O Deus-Verme
Fator universal do transformismo.Filho da teleológica matéria,Na superabundância ou na miséria,Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismoEm sua diária ocupação funérea,E vive em contubérnio com a bactéria,Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,Janta hidrópicos, rói vísceras magrasE dos defuntos novos incha a mão…
Ah! Para ele é que a carne podre fica,E no inventário da matéria ricaCabe aos seus filhos a maior porção!
Augusto dos ...
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Q1129985
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O Deus-Verme
Fator universal do transformismo.Filho da teleológica matéria,Na superabundância ou na miséria,Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismoEm sua diária ocupação funérea,E vive em contubérnio com a bactéria,Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,Janta hidrópicos, rói vísceras magrasE dos defuntos novos incha a mão…
Ah! Para ele é que a carne podre fica,E no inventário da matéria ricaCabe aos seus filhos a maior porção!
Augusto dos ...
O Deus-Verme
Fator universal do transformismo.Filho da teleológica matéria,Na superabundância ou na miséria,Verme – é o seu nome obscuro de batismo.
Jamais emprega o acérrimo exorcismoEm sua diária ocupação funérea,E vive em contubérnio com a bactéria,Livre das roupas do antropomorfismo.
Almoça a podridão das drupas agras,Janta hidrópicos, rói vísceras magrasE dos defuntos novos incha a mão…
Ah! Para ele é que a carne podre fica,E no inventário da matéria ricaCabe aos seus filhos a maior porção!
Augusto dos ...
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Q1129965
Leia o texto abaixo para responder à questão:
Vaso Chinês
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio, Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado, Nele pusera o coração doentio Em rubras flores de um sutil lavrado, Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura, Quem o sabe?... de um velho mandarim Também lá estava a singular figura;
Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a, Sentia um não sei quê com aquele chim De olhos cortados à feição de amêndoa.
Alberto de Oliveira O poema “Vaso chinês” é um grande expoente e símbolo do Parnasianismo, movimento ocorrido especificamente na poesia. Em relação a esse período e suas características, ass...
Vaso Chinês
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio, Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado, Nele pusera o coração doentio Em rubras flores de um sutil lavrado, Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura, Quem o sabe?... de um velho mandarim Também lá estava a singular figura;
Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a, Sentia um não sei quê com aquele chim De olhos cortados à feição de amêndoa.
Alberto de Oliveira O poema “Vaso chinês” é um grande expoente e símbolo do Parnasianismo, movimento ocorrido especificamente na poesia. Em relação a esse período e suas características, ass...
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Q1129923
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
Por Isabel Seta
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Por Isabel Seta
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Q1129922
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
Por Isabel Seta
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Por Isabel Seta
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Q1129921
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
Por Isabel Seta
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Por Isabel Seta
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Q1129914
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
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Q1129913
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
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Q1129912
Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte
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