I. A fala do amigo, na abertura do texto, revela que ele atribui a um cronista profissional a função de se pronunciar o mais criticamente possível diante dos dramas existenciais maiores que afligem a humanidade.
II. O cronista supõe que seus leitores não esperam que ele se dedique a protestar o tempo todo, deduzindo-se daí que ele considera a possibilidade de uma crônica adotar uma tonalidade mais leve.
III. O escritor se vale desta crônica, A nuvem, para sustentar a convicção de que a maior parte de seus textos corresponde perfeitamente à expectativa de seu amigo.
Relacionar o estudo do solo com uma desilusão amorosa é um dos achados do filme. Essa bem sucedida relação alcançada pelo filme representa-se no seguinte segmento do texto: