30261 Q616287
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
A linguagem sintética e expressiva, característica dos provérbios e ditos populares, encontra adequada tradução de sentido, numa formulação conceitual, em:
30262 Q616275
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
As expressões reino de histórias de príncipes e fadas, elixir do longo prazer e milagre (7º parágrafo) são mobilizadas pela autora para
30263 Q616274
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Ainda que se saiba da liberdade com que Clarice Lispector lidava com esse gênero, pode-se assegurar que Medo da eternidade é uma crônica na medida em que se trata
30264 Q616273
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Atente para as afirmações abaixo.

I. Em Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade (1º parágrafo), os adjetivos empregados para qualificar esse contato visam estabelecer um contraste com os acontecimentos que serão efetivamente narrados, deixando entrever a sugestão da autora de que esses fatos, aparentemente importantes, seriam na verdade banais e corriqueiros.

II. Em Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita (15º parágrafo), a repetição do verbo “mastigar”, cujo início ecoa ainda na conjunção Mas que inicia a frase seguinte, busca sugerir no campo da própria expressão o que havia de repetitivo nessa atividade e o aborre...

30265 Q616272
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
Identifica-se relação de causa e consequência entre estes dois segmentos do texto:
30266 Q616271
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Um dos elementos mais importantes na organização do texto de Clarice Lispector é o advérbio de tempo, como o que se encontra grifado em:

I. Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. (1º parágrafo)

II. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. (7º parágrafo)

III. E agora que é que eu faço? perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. (9º parágrafo)

IV. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. (16º parágrafo)

Atende ao enunciado APENAS o que consta de

30267 Q616270
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

Para responder a esta questão, considere também o texto anterior, Medo da eternidade.

O confronto entre os dois textos permite concluir corretamente:

30268 Q616269
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)
De acordo com o texto,
30269 Q616261
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)


Considere as afirmativas abaixo.

I. No primeiro quarteto, há uma afirmação de ordem geral: “toda a alma” (o que pode ser entendido como qualquer alma, todas as almas de todos).

II. Há no poema várias metáforas como, por exemplo, “alma presa num cárcere”.

III. O uso das iniciais maiúsculas em substantivos comuns (Dor, Céu, Mistério) acentua o aspecto simbólico dos vocábulos.

IV. Há no poema a presença de elementos antitéticos como, por exemplo, “grilhões / liberdades”.

V. O segundo terceto denota a presença do indivíduo na exclamação enfática, num vocativo de preocupação e angústia.

Do ponto de vista da análise sintático-semânt...

30270 Q616260
Língua Portuguesa
Ano: 2016
Banca: Fundação Carlos Chagas (FCC)

No que se refere às informações presentes no texto, ao posicionamento apresentado pelo autor e aos seus conhecimentos sobre a literatura pós-moderna capixaba, infere-se que