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Q822655
Nas aulas de língua portuguesa cujo tema é as regras ortográficas, no Ensino Fundamental, da sexta à nona série, o professor tem dificuldade de estabelecer uma relação prática e concreta entre a grafia das palavras e a sua prolação. Nesse contexto, qual característica fonológica NÃO representa exemplo desse tipo de dificuldade?
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Q822654
Em turmas do nono ano, a indicação de textos clássicos da literatura brasileira é muito importante, todavia isso implica um grande embaraço: a dificuldade de sua compreensão por causa da existência de termos e expressões estranhas aos alunos. Esse tipo de texto enseja a ampliação do vocabulário dos alunos e os expõe a outra realidade textual, proporcionando-lhes a oportunidade de:
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Q822653
As estratégias textual-discursivas de construção do sentido devem ser baseadas em uma abordagem de interação sociocognitiva, ou seja, os atores da comunicação lançam mão de um conjunto dessas estratégias com vistas ao processamento do texto. Entre as ações seguintes, qual NÃO se relaciona a tais estratégias?
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Q822652
O ensino de língua portuguesa objetiva formar usuários competentes, e entende-se essa competência comunicativa como a habilidade tida pelo falante de fazer uso de uma quantidade crescente de meios linguísticos de que ele dispõe conforme cada situação de interação efetiva de comunicação. Na busca por esse objetivo, um professor de língua portuguesa do oitavo ano, por exemplo, deve:
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Q822651
Costa e Foltran (2013)* afirmam que “No contexto escolar, a preocupação com o texto surge a partir de um diagnóstico bastante negativo sobre o domínio de leitura e escrita apresentado pelos egressos da educação básica. [...] Não foi difícil constatar que o empenho dos professores se concentrava principalmente no ensino de nomenclatura e classificação gramatical, e que esse conhecimento não garantia o domínio efetivo da norma culta e muito menos a capacidade de ler e escrever textos, tendo em vista as reais condições dessas habilidades”*. Considerando essa afirmação, as atividades voltadas para a leitura e a compreensão de textos devem ser baseadas principalmente em estratégias que:
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Q822650
De acordo com Perini (1997: 13, apud Bagno*), “qualquer falante de português possui um conhecimento implícito altamente elaborado da língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento. E [...] esse conhecimento não é fruto de instrução na escola, mas foi adquirido de maneira tão natural e espontânea quanto a nossa habilidade de andar”. Esse trecho explicita as bases de uma prática didático-pedagógica a qual coloca em relevo:
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Q822649
Com relação às obras do russo Lev Vygotsky, destaca-se o conceito da ZDP – zona de desenvolvimento proximal, a qual está relacionada à diferença entre o que a criança consegue realizar sozinha, i.e., a zona de desenvolvimento real (ZDR), e aquilo que é capaz de aprender e fazer por meio do auxílio de uma pessoa mais experiente – zona de desenvolvimento potencial (ZDPL) – representada por um adulto, uma criança mais velha ou com maior facilidade de aprendizado. Em sala de aula, essa “pessoa mais experiente”, por óbvio, é o professor, por isso lhe cabe, ao trabalhar, juntamente com seus alunos, seja crianças, seja adolescentes, as relações entre significação e contexto:
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Q822648
Considera-se que o léxico é “o conjunto de vocábulos de que dispõe uma língua dada” (CAMARA JÚNIOR, 1986), do qual o falante dessa língua se utiliza para comunicar-se. Supõe-se, então, que quanto mais elevada for a escolaridade desse falante, maior será esse conjunto, uma vez que ele está sendo exposto sistematicamente a mais informações. Com base nisso e em referência às estratégias de construção do sentido do texto, levando-se em conta o contexto de sala de aula do sexto ao nono ano, deve-se afirmar que:
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Q822616
As coisas que não existem e que só são vistas pelo segundo olho são importantes porque
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Q822615
No trecho “A ciência também é um jogo de palavras.” (linha 19), a palavra também expressa a ideia de