17621 Q876012
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte trecho de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, proferido perante o Supremo Tribunal Federal em 1892, para responder à próxima questão.
“Formulando para nossa pa?tria o pacto da reorganizac?a?o nacional, sabi?amos que os povos na?o amam as suas constituic?o?es sena?o pela seguranc?a das liberdades que elas lhes prometem, mas que as constituic?o?es, entregues, como ficam, ao arbi?trio dos parlamentos e a? ambic?a?o dos governos, bem fra?gil anteparo oferecem a essas liberdades, e acabam, quase sempre, e quase sempre se desmoralizam, pelas invaso?es, graduais, ou violentas, do poder que representa a legislac?a?o e do poder que representa a forc?a. No?s, os fundadores da Constituic?a?o, na?o queri?amos que a liberdade individual pudesse ser diminui?da pela for...
17622 Q876011
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão. 


“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo come...

17623 Q876010
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão. 


“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo come...

17624 Q876009
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL

O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão. 


“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo come...

17625 Q876008
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia o seguinte trecho de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, proferido perante o Supremo Tribunal Federal em 1892, para responder à próxima questão.
“Formulando para nossa pa?tria o pacto da reorganizac?a?o nacional, sabi?amos que os povos na?o amam as suas constituic?o?es sena?o pela seguranc?a das liberdades que elas lhes prometem, mas que as constituic?o?es, entregues, como ficam, ao arbi?trio dos parlamentos e a? ambic?a?o dos governos, bem fra?gil anteparo oferecem a essas liberdades, e acabam, quase sempre, e quase sempre se desmoralizam, pelas invaso?es, graduais, ou violentas, do poder que representa a legislac?a?o e do poder que representa a forc?a. No?s, os fundadores da Constituic?a?o, na?o queri?amos que a liberdade individual pudesse ser diminui?da pela for...
17626 Q876007
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere a seguinte reflexão, extraída de um dos livros do escritor francês Marcel Proust, para responder à questão.

“O amor - e, por conseguinte, o temor - da multida?o constitui um dos mais poderosos mo?veis entre todos os homens, quer procurem agradar aos outros ou espanta?-los, ou enta?o mostrar-lhes que os desprezam. No solita?rio, a reclusa?o, ainda que absoluta e ate? o fim da vida, tem muitas vezes por princi?pio um amor desregrado da multida?o e tanto mais forte do que qualquer outro sentimento, que ele, na?o podendo obter, quando sai, a admirac?a?o da porteira, dos transeuntes, do cocheiro ali estacionado, prefere jamais ser visto e renunciar por isso a toda e qualquer atividade que obrigue a sair para a rua”.
Logo na primeira oração do texto, o autor faz uso da lo...
17627 Q876006
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia atentamente o trecho literário a seguir, extraído de um dos romances do escritor brasileiro Lima Barreto, para responder à questão.
“É mais decente pôr a nossa ignorância no mistério, do que querer mascará-la em explicações que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia a dia, repele imediatamente, e para as quais as justificações com argumentos de ordem especial não fazem mais do que embrulhá-las, obscurecê-las a mais não poder”.
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor:
17628 Q876005
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia atentamente o trecho literário a seguir, extraído de um dos romances do escritor brasileiro Lima Barreto, para responder à questão.
“É mais decente pôr a nossa ignorância no mistério, do que querer mascará-la em explicações que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia a dia, repele imediatamente, e para as quais as justificações com argumentos de ordem especial não fazem mais do que embrulhá-las, obscurecê-las a mais não poder”.
Analise as alternativas a seguir e marque a que indica APENAS palavras paroxítonas que aparecem no texto.
17629 Q876004
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Leia atentamente o trecho literário a seguir, extraído de um dos romances do escritor brasileiro Lima Barreto, para responder à questão.
“É mais decente pôr a nossa ignorância no mistério, do que querer mascará-la em explicações que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia a dia, repele imediatamente, e para as quais as justificações com argumentos de ordem especial não fazem mais do que embrulhá-las, obscurecê-las a mais não poder”.
No trecho “que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia a dia, repele imediatamente”, o pronome “que” retoma no texto a palavra:
17630 Q876003
Língua Portuguesa
Ano: 2020
Banca: FAUEL
Considere a seguinte reflexão, extraída de um dos livros do escritor francês Marcel Proust, para responder à questão.

“O amor - e, por conseguinte, o temor - da multida?o constitui um dos mais poderosos mo?veis entre todos os homens, quer procurem agradar aos outros ou espanta?-los, ou enta?o mostrar-lhes que os desprezam. No solita?rio, a reclusa?o, ainda que absoluta e ate? o fim da vida, tem muitas vezes por princi?pio um amor desregrado da multida?o e tanto mais forte do que qualquer outro sentimento, que ele, na?o podendo obter, quando sai, a admirac?a?o da porteira, dos transeuntes, do cocheiro ali estacionado, prefere jamais ser visto e renunciar por isso a toda e qualquer atividade que obrigue a sair para a rua”.
Em relação à interpretação do texto, pode-se considerar...