1161
Q1118534
Está corretamente analisado, do ponto de vista da sintaxe da língua portuguesa, o termo destacado e classificado em:
1162
Q1118533
...
1163
Q1118508
Texto para à questão.
...
1164
Q1118507
Texto para à questão.
...
1165
Q1118506
Texto para à questão.
...
1166
Q1118486
A Mulher do Vizinho
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
1167
Q1118485
A Mulher do Vizinho
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
1168
Q1118484
A Mulher do Vizinho
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
Sérgio abriu a porta e era a mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho. A fantástica mulher do vizinho dizendo “Oi”. A fantástica mulher do vizinho perguntando, depois do “Oi”, se podia pegar uma toalha que tinha voado da sacada deles — “Sabe, o vento” — para a sacada dele.
— Entre, entre, disse o Sérgio, checando, rapidamente, com a mão, se sua braguilha não estava aberta. Morava sozinho, às vezes se descuidava dessas coisas.
Ela começou a entrar, mas parou. Ficou como que paralisada, só os olhos se mexendo. Os grandes olhos verdes e arregalados indo de um lado para o outro.
– Ih – disse a mulher do vizinho. – Surtei. – Que foi? – perguntou Sérgio, já pensando em como socorrê-la (“Vamos ter de desamarrar esse bustiê”), já pensando em ambul...
1169
Q1118370
Texto I.
O Cidadão de Papel
Está provado que a violência só gera mais violência. A rua serve para a criança como uma escola preparatória. Do menino marginal esculpe-se o adulto marginal, talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.Por trás de um garoto abandonado existe um adulto abandonado. E o garoto abandonado de hoje é o adulto abandonado de amanhã. É um círculo vicioso, onde todos são, em maior ou menor escala, vítimas. São vítimas de uma sociedade injusta que não consegue garantir um mínimo de paz social.Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz não é ter medo de sequestradores. É nunca desejar comp...
O Cidadão de Papel
Está provado que a violência só gera mais violência. A rua serve para a criança como uma escola preparatória. Do menino marginal esculpe-se o adulto marginal, talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.Por trás de um garoto abandonado existe um adulto abandonado. E o garoto abandonado de hoje é o adulto abandonado de amanhã. É um círculo vicioso, onde todos são, em maior ou menor escala, vítimas. São vítimas de uma sociedade injusta que não consegue garantir um mínimo de paz social.Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz não é ter medo de sequestradores. É nunca desejar comp...
1170
Q1118369
Texto I.
O Cidadão de Papel
Está provado que a violência só gera mais violência. A rua serve para a criança como uma escola preparatória. Do menino marginal esculpe-se o adulto marginal, talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.Por trás de um garoto abandonado existe um adulto abandonado. E o garoto abandonado de hoje é o adulto abandonado de amanhã. É um círculo vicioso, onde todos são, em maior ou menor escala, vítimas. São vítimas de uma sociedade injusta que não consegue garantir um mínimo de paz social.Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz não é ter medo de sequestradores. É nunca desejar comp...
O Cidadão de Papel
Está provado que a violência só gera mais violência. A rua serve para a criança como uma escola preparatória. Do menino marginal esculpe-se o adulto marginal, talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.Por trás de um garoto abandonado existe um adulto abandonado. E o garoto abandonado de hoje é o adulto abandonado de amanhã. É um círculo vicioso, onde todos são, em maior ou menor escala, vítimas. São vítimas de uma sociedade injusta que não consegue garantir um mínimo de paz social.Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque num país civilizado não existe pivete. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz não é ter medo de sequestradores. É nunca desejar comp...