Escreva 1 para as características relativas ao Texto I, de Cruz e Sousa; 2 para as características relativas ao Texto II, de Alphonsus de Guimaraens e 3 para o que é comum aos Textos I e II.
( ) Morte como símbolo da eterna busca.
( ) Valorização das sensações provenientes de sentidos diferentes.
( ) Decadência anunciada em todos os elementos da natureza.
( ) Relações entre o mundo visível e o mundo das essências.
( ) Separação da matéria e do espírito sobrevivente às contingências terrenas.
Sabendo que se denomina de Pré-Modernismo tudo que aconteceu no âmbito artístico-cultural no Brasil, no século XX, antes da Semana da Arte Moderna, assinale a afirmação verdadeira.
A geração de 1930 vive um período de tensão e de crise e busca uma estabilização das conquistas modernas. Analise as afirmações sobre os poetas brasileiros dessa geração e sua produção.
I. Carlos Drummond de Andrade: as diferentes fases de sua poesia refletem a evolução de seu pensamento. Era também contista e cronista.
II. Jorge de Lima: sua poesia evoluiu de realista para uma poesia religiosa, mística, e então surrealista.
III. Vinicius de Morais: sua poesia evoluiu de católica para uma poesia erótica onde a presença da mulher é constante.
IV. Cecília Meireles: vem do Parnasianismo e filia-se ao Modernismo de segunda fase, quer pelo espiritualismo, quer pela forma, quer pela harmonia de seus versos.
O Modernismo brasileiro é tradicionalmente dividido em três fases: primeira fase (fase heroica), segunda fase (geração de 1930) e terceira fase (geração de 1945). Particularizando, assinale a opção correta sobre a primeira fase.
Na primeira fase do modernismo, Oswald de Andrade, através do poema “Pronominais”, faz uma sátira contra a cultura acadêmica e, por extensão, contra o rigor da norma culta que privilegia os moldes lusitanos.
O conteúdo gramatical que o poeta utiliza para a defesa de uma linguagem cotidiana brasileira é a sintaxe
Embora não haja consenso em relação a uma etiqueta para as tendências literárias contemporâneas, mas, utilizando o termo “pósmodernismo, analise as asserções que se seguem.
I. Pós-modernismo é um nome geralmente dado às formas culturais de um período que aparecem desde os anos 60, abrangendo certas características como reflexão, ironia e um tipo de arte que mistura o popular e o erudito.
II. É visto ora como continuação dos aspectos mais radicais de modernismo, ora, ao contrário, como marcando uma ruptura com o modernismo como um modernismo nãohistórico que anseia acabar.
III. Como alguns dos denominadores comuns que servem para definir o pós-modernismo, pode-se citar que os discursos pós-modernos instalam e subvertem convenções; que esses discurs...
Sobre os aspectos étnicos e raciais na literatura brasileira,
I. a presença do negro na literatura brasileira não escapa ao tratamento marginalizador que, desde as instâncias fundadoras, marca a etnia no processo de construção da sociedade brasileira.
II. a matéria negra, embora só ganhe presença mais significativa a partir do século XIX, surge na literatura brasileira desde o século XVI, nos versos satíricos e demolidores de Gregório de Matos.
III. evidenciam-se, na trajetória do negro no discurso literário nacional, dois posicionamentos: a condição negra como objeto, numa visão distanciada do escritor sobre o negro (Bernardo Guimarães e Castro Alves, no Romantismo; Aluísio de Azevedo e Adolfo Caminha, no Realismo, por exemplo) e o negro como suj...
Atente para o que se afirma a seguir sobre o índio no imaginário literário do Brasil, e escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.
( ) O indianismo Barroco está presente na carta de Pero Vaz de Caminha, que define os índios como inocentes, curiosos e, até certo ponto, hospitaleiro, por receber os portugueses de modo acolhedor.
( ) O poeta árcade Basílio da Gama, no poema épico “O Uraguai”, compõe a história da resistência dos índios ao ataque português aos Sete Povos das Missões.
( ) No Brasil, os escritores indianistas dos romances românticos têm o interesse de retratar a cultura europeia, buscando resgatar a imagem do índio brasileiro como símbolo de um povo livre e soberano, de uma terra exuberante e incomparável.