Em relação ao conto de Paulo Mendes Campos, analise as afirmativas a seguir.
I. O cotidiano é apresentado sob uma nova perspectiva, saindo do comum, do habitual.
II. A subjetividade característica do gênero textual apresentado é reforçada, também, pela escolha do campo semântico utilizado no texto.
III. O tema abordado é constituído a partir de elementos descritivos que compõem um cenário em que o próprio leitor pode se reconhecer, tendo em vista a universalidade da matéria tratada.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Algumas imagens produzidas no texto, utilizando termos como acorrentados, presidiários, atados e armadilha demonstram:
Acerca das ideias trazidas ao texto pode-se afirmar que:
O autor afirma que há uma necessidade de que reconheçamos que não somos o umbigo do mundo. Acerca da expressão empregada pelo autor pode-se afirmar que
Sabendo-se que a coesão ajuda a perceber a coerência na compreensão dos textos (Koch; Travaglia, 1997), pode-se afirmar que em E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos. Mas isso, admitir que o outro vê coisas que nós não vemos, implica reconhecer que somos meio cegos... (1º§)
Tendo em vista o foco narrativo do texto, pode-se afirmar que
A respeito da referência à fala de Bernardo Soares, no 2º§, pode-se afirmar que
Para se ouvir de verdade, isso é, para nos colocarmos dentro do mundo do outro, é preciso colocar entre parêntesis, ainda que provisoriamente, as nossas opiniões. (3º§) Em relação ao trecho destacado anteriormente, pode-se afirmar que as correções linguística e semântica estão preservadas na reescrita:
No 2º§, após a referência à fala de Bernardo Soares, um novo período é iniciado com o vocábulo assim cuja produção de sentido reflete:
As formas verbais acreditasse e trocaria em Se eu não acreditasse na verdade daquilo que penso, trocaria meus pensamentos por outros. E se falo é para fazer com que aquele que me ouve acredite em mim, troque os seus pensamentos pelos meus. (3º§) mesmo pertencendo a tempos e modos verbais diferentes,