4851 Q1093313
Língua Portuguesa Sintaxe Análise sintática Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
JOÃO GRILO – Já fui barco, fui navio,                            Mas hoje sou escaler.                           Já fui menino, fui homem,                           Só me falta ser mulher.                           Valha-me Nossa Senhora (...)
A COMPADECIDA – Não, João, por que eu iria me zangar? Aquele é o versinho que Canário Pardo escreveu para mim e que eu agradeço. Não deixa de ser uma oração, uma invocação. Tem umas graças, mas isso até a torna alegre e foi coisa de que eu sempre gostei. (...)
PADRE (ajoelhando-se) ...
4852 Q1093312
Língua Portuguesa Morfologia - Verbos Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
Índios
Legião Urbana Quem me dera, ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade Se alguém levasse embora até o que eu não tinha (...)
Quem me dera, ao menos uma vez Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente (...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda Assim pude trazer você de volta pra mim Quando descobri que é sempre só você Que...
4853 Q1093311
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Figuras de Linguagem
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
Índios
Legião Urbana Quem me dera, ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade Se alguém levasse embora até o que eu não tinha (...)
Quem me dera, ao menos uma vez Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente (...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda Assim pude trazer você de volta pra mim Quando descobri que é sempre só você Que...
4854 Q1093310
Língua Portuguesa Morfologia Preposições
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
Índios
Legião Urbana Quem me dera, ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade Se alguém levasse embora até o que eu não tinha (...)
Quem me dera, ao menos uma vez Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente (...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda Assim pude trazer você de volta pra mim Quando descobri que é sempre só você Que...
4855 Q1093309
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
Índios
Legião Urbana Quem me dera, ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade Se alguém levasse embora até o que eu não tinha (...)
Quem me dera, ao menos uma vez Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente (...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda Assim pude trazer você de volta pra mim Quando descobri que é sempre só você Que...
4856 Q1093308
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
Índios
Legião Urbana Quem me dera, ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade Se alguém levasse embora até o que eu não tinha (...)
Quem me dera, ao menos uma vez Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente
Quem me dera, ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante Fala demais por não ter nada a dizer
Quem me dera, ao menos uma vez Que o mais simples fosse visto como o mais importante Mas nos deram espelhos E vimos um mundo doente (...)
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda Assim pude trazer você de volta pra mim Quando descobri que é sempre só você Que...
4857 Q1093307
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho, Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar (...)
E o sono sempre cortado Pelo arranco de um finado, E o baque de um corpo ao mar... (...)
Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre serpente — Nas roscas da escravidão. (...)
Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


O verso “Auriverde pendão de minha terra,” consiste em uma alusão perifrástica ...

4858 Q1093306
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho, Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar (...)
E o sono sempre cortado Pelo arranco de um finado, E o baque de um corpo ao mar... (...)
Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre serpente — Nas roscas da escravidão. (...)
Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


No primeiro verso do poema, o termo “dantesco” tem o mesmo sentido do vocá...

4859 Q1093305
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho, Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar (...)
E o sono sempre cortado Pelo arranco de um finado, E o baque de um corpo ao mar... (...)
Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre serpente — Nas roscas da escravidão. (...)
Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


As imagens descritas na primeira estrofe traduzem cenas de pavor ocorridas...

4860 Q1093304
Língua Portuguesa Interpretação de Textos Figuras de Linguagem
Ano: 2025
Banca: CESPE / CEBRASPE
O navio negreiro
Castro Alves
Era um sonho dantesco... o tombadilho Que das luzernas avermelha o brilho, Em sangue a se banhar. Tinir de ferros... estalar de açoite... Legiões de homens negros como a noite, Horrendos a dançar (...)
E o sono sempre cortado Pelo arranco de um finado, E o baque de um corpo ao mar... (...)
Prende-os a mesma corrente — Férrea, lúgubre serpente — Nas roscas da escravidão. (...)
Auriverde pendão de minha terra, Que a brisa do Brasil beija e balança, Estandarte que a luz do sol encerra E as promessas divinas da esperança...

A partir da leitura dos excertos precedentes do poema O navio negreiro, de Castro Alves, julgue o item a seguir. 


Identifica-se o emprego de metáfora no verso “— Férrea, lúgubre serpente —...