No texto 1, os termos inseridos nos parênteses – na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália fascista de Mussolini – têm a finalidade textual de:
No texto 1, os termos inseridos nos parênteses – na Alemanha imperial de Bismarck e na Itália fascista de Mussolini – têm a finalidade textual de:
Uma das características de um bom texto é o respeito pelo paralelismo sintático dos seus componentes; no texto 1, o segmento abaixo que destoa dos demais em função do paralelismo sintático é:
Observe a frase abaixo, do escritor alemão Goethe:
“A liberdade, como a vida, só a merece quem deve conquistá-la a cada dia”.
A observação correta sobre os componentes dessa frase é:
Muitas frases são construídas propositadamente sem coerência aparente. A frase em que há perfeita coerência na mensagem é:
Todos os itens abaixo são períodos compostos por duas orações, separadas por um sinal de pontuação; o item em que a inclusão de um conectivo entre essas duas orações foi feita de forma adequada ao sentido original é:
Numa entrevista, (Veja, 7/3/2018), o ex-ministro da Justiça no governo FHC, Milton Seligman, respondeu à seguinte pergunta: - Por que o termo “lobby” é associado a uma imagem negativa, uma atividade nebulosa?
- Ninguém gosta do termo “lobby”, sobretudo quem atua na área. Nos Estados Unidos, por exemplo, havia uma poderosa organização chamada “Associação dos lobistas americanos”, que trocou de nome para “Associação americana de relações governamentais”.
O aspecto ausente desse pequeno texto é:
Numa das entrevistas da revista Veja (7/3/2018), o ex-ministro Milton Seligman teve que responder a uma série de perguntas do entrevistador; a técnica de questionamento que condiciona a resposta está presente na seguinte pergunta:
A ordem cronológica dos fatos citados no texto 2 é:
Há uma série de inferências possíveis a partir do texto 2; a única inferência inadequada é:
“Em um ato de pressão pela manutenção do auxílio-moradia pelo STF, juízes prometem cruzar os braços em 15 de março, ainda que a Constituição proíba a greve da classe”. (Veja, 7/3/2018)
O texto da revista Veja indica uma posição contrária ao movimento e o argumento básico para a crítica é: