
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
A IDEALIZAÇÃO DO AMOR
(1º§) Eu estava a pensar na forma como se poderá entender o amor, à luz da minha formação. A minha perspectiva depende daquilo que o outro representa, se o outro é um prolongamento nosso, é uma parte nossa, como acontece muitas vezes, ou é uma idealização do eu de que falaria o Freud. No sentido psicanalítico, poder-se-ia dizer que o amor corresponde ao EU IDEAL e, portanto, à procura de qualquer coisa de ideal que nós colocamos através de um mecanismo de identificação projetiva no outro.
(2º§) Portanto, à luz de uma perspectiva científica, como é apesar de tudo a psicanalítica, o problema começa a pôr-se de um...
O pobre rapaz saíra pela porta fora, e caminhando apressadamente olhava de vez em quando para trás, pois julgava ver ainda enristado contra si o espadim com que o pai o ameaçara. (Manuel Antônio de Almeida. “Memórias de um Sargento de Milícias”. 1998, p.125.)
Leia a frase abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo dos mestiços neurastênicos do litoral. A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempeno, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.
(Euclides da Cunha. “Os Sertões”. Editora Nova Cultural. 2003, p.77.)
Identifique-a:
Quanta gente que ri, talvez, consigo Guarda um atroz, recôndito inimigo, Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa! (Raimundo Correia. “Mal secreto”. In: Antologia Nacional, 1939).
Acerca dos aspectos gramaticais e ortográficos do texto, pode-se afirmar que, EXCETO:
O farol andava louco desde que Ivan morrera. Outrora emitia a sua luz a cada dois segundos, essa era a sua identidade. Um lampejo certeiro e brevíssimo a cada dois segundos e então os marinheiros sabiam exatamente em que ponto da costa se encontravam, os barcos manobravam para longe das traiçoeiras rochas do litoral próximo a Oedivetnom e seguiam viagem até o seu destino final. (Letícia Wierzchowski. “Sal”, p.11.)
I. Na primeira frase do texto, considerando os aspectos semânticos, tem-se uma construção por personificação. II. O vocábulo brevíssimo encontra-se no grau superlativo absoluto analítico. III. O vocábulo viagem poderia ser substituído por viajem sem alteração de classe gramatical.
Pode-se afirm...