
Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir.
A conjunção “já que” (l.4) pode ser substituída, sem alteração das relações sintáticas e da coerência do período, por qualquer uma das seguintes: uma vez que, pois, porque, desde que, tanto que, embora.

Considerando o emprego das classes de palavras e as estruturas sintáticas no texto I, julgue os itens a seguir.
O vocábulo “sobre” (l.1) está empregado como conjunção e com o sentido de acerca de.

Julgue os itens subseqüentes quanto às idéias e às estruturas lingüísticas do fragmento de texto acima.
Na linha 1, a conjunção “quando” tem o mesmo sentido da expressão época onde e pode ser por ela substituída sem que ocorra erro sintático.

A partir das idéias e das estruturas do texto I, julgue os itens a seguir.
Em “É certo que não podemos fazer qualquer coisa que desejamos, mas também é certo que não somos obrigados a querer fazer uma única coisa” (l.13-15), as duas ocorrências do “que” classificam-se como conjunção integrante e apenas uma como pronome relativo.

Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 9, a conjunção “como” compara “caminhadas” e “bicicleta” a “modalidades aeróbias”.

Considerando as idéias expressas e as estruturas empregadas na construção do texto acima, julgue os itens a seguir.
A conjunção “mas” (l.23) estabelece, entre as duas orações do período, uma relação de adversidade.

Acerca das idéias e das estruturas do texto acima, julgue os itens subseqüentes.
O conectivo “no entanto” (l.6) pode ser substituído, sem prejuízo para a coerência e a correção gramatical do texto, por mas.

A respeito das estruturas do texto II, julgue os itens seguintes.
Sintaticamente, no trecho “Estende-lhe as mãos sujas de carvão molhadas de orvalho” (v.13-15), uma vírgula ou a conjunção aditiva e deve ser colocada após “carvão”, para distinguir os dois atributos do objeto direto “mãos”.
10) Analisando os períodos que seguem, constatamos que a palavra "que" não é conjunção em.