A análise global do Texto 2 revela que ele tem, principalmente, uma função
A análise global do Texto 2 revela que ele tem, principalmente, uma função
O argumento principal do Texto 2 é o de que a violência contra a mulher será superada se:
O terceiro parágrafo inicia-se com a seguinte informação: “O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica.” Em relação aos parágrafos anteriores, essa informação expressa uma
Analise as características textuais apresentadas abaixo.
1) Emprego de um vocabulário técnico especializado, pouco acessível ao leitor mediano.
2) Farta exemplificação, que colabora na definição do ponto de vista do autor.
3) Frequente utilização de figuras de linguagem, estratégia responsável pela poeticidade do texto.
4) Presença de palavras ou expressões que revelam a intenção do autor de estabelecer um diálogo com o leitor, como: “Se você acompanha programas policiais...” (1º parágrafo) e “Pois bem.”. (4º parágrafo).
São características do Texto 1, apenas:
Sendo a língua heterogênea e variável, existe a possibilidade de os usuários empregarem termos diversos para expressar um mesmo significado. Essa característica das línguas naturais está exemplificada no seguinte trecho do Texto 1:
No Texto 1, o leitor encontra informações que esclarecem e justificam:
A passagem do texto I “A única coisa que peço é: esqueçam salário, esqueçam o resto. Esqueçam o mundo lá fora. O mundo de vocês agora é esta fazenda” (linhas 21-22) expressa a intenção do proprietário e dialoga de modo mais abrangente com o seguinte fragmento do texto II:
De acordo com o texto II, é possível afirmar que
No fragmento “A única coisa que peço é: esqueçam salário, esqueçam o resto. Esqueçam o mundo lá fora.” (linhas 21-22), a repetição do termo destacado evidencia a ocorrência da seguinte função da linguagem:
O slogan ufanista “Brasil, ame-o ou deixe-o” foi muito usado nas propagandas do governo durante os Anos de Chumbo da ditadura militar instaurada no país em 1964.
A apropriação, no texto I, do slogan “Que decidissem: era pegar ou largar, ame-o ou deixe-o” (linha 2) NÃO evidencia uma crítica à