Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Em uma sala de aula, em um evento de oralidade, a professora deparou-se com o seguinte episódio:
Professora – Por que você não veio ontem? Aluno – Eu tava estudanu.
Seguindo a proposta de Bortoni-Ricardo, em Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula, a professora deveria responder a fala do aluno da seguinte maneira: 
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Considere uma atividade em que o professor de português propõe uma lista de 10 palavras na coluna 1 e pede ao aluno que preencha a coluna 2 (em branco) com a palavra correspondente no grau diminutivo. Para Sírio Possenti, em Por que (não) ensinar gramática na escola, essa atividade:  
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Sírio Possenti observa que, “quando o aluno chega à escola com seis ou sete anos, domina uma certa quantidade das possibilidades da língua, isto é, ele sabe muito, mas ainda não domina (muitos?) recursos, seja porque não são muito utilizados no ambiente social no qual ele vive e aprendeu o que conhece da língua, seja porque são recursos que não mais ocorrem na língua falada.”
Por que (não) ensinar gramática na escola, pp. 87-88.
Desse modo, para esse autor, a escola deve privilegiar o ensino da gramática:  
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
É conclusão coerente com as ideias de Sírio Possenti, no livro Por que (não) ensinar gramática na escola, afirmar que:  
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Conforme Bechara, em Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?, “no início da década de 70, Halliday retomou, em termos radicalmente novos, a problemática das funções da linguagem”.
Seguindo a proposta de Halliday, Bechara afirma que a função mais ligada aos modelos da linguagem da criança é a  
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa  Teorias e Práticas para o Ensino de Literatura
Ano: 2022
Banca: FUVEST
“O problema da leitura e da literatura na escola não se resume, a meu ver, a uma questão de adequação à faixa etária ou ao gosto do aluno, nem ao condicionamento neurotizante do hábito de ler através de técnicas milagrosas”.
Maria do Rosário Mortatti Magnani. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto.
Buscando elencar causas para o problema apontado, a autora conclui, entre outros motivos, que: 
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Literatura
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Maria do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto, considera que o ponto de partida de uma prática docente transformadora está na “concepção interacionista da linguagem”.

Conclui-se que, para a autora: 
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?, opõe o linguista ao professor de língua portuguesa. Para o autor, é compreensível que o linguista enfatize a língua oral, “porquanto a universalidade dos idiomas se patenteia na sua oralidade”; em contrapartida, aconselha o professor de língua portuguesa a: 
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de Língua Portuguesa 
Ano: 2022
Banca: FUVEST
Conforme discussão proposta por Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão? Liberdade?, é possível depreender que:  
Pedagogia Temas Educacionais Pedagógicos Teorias e Práticas para o Ensino de História
Ano: 2022
Banca: FUVEST

“O espaço acadêmico como produtor de história, formador dos profissionais encarregados de ensiná-la, frequentemente associado aos interesses do capital, alia-se à indústria cultural, que paulatinamente participa do debate acadêmico e aponta rumos para a história/mercadoria ali produzida. A indústria editorial brasileira é modernizada, nesse período, graças aos incentivos financeiros estatais e à massificação do ensino. O livro didático torna-se uma das mercadorias mais vendidas e assume a forma do currículo e do saber em nossas escolas. As editoras acompanham e participam das transformações na pesquisa historiográfica acadêmica e no ensino de 1º e 2º graus, renovando os tradicionais livros didáticos de história e por meio dos lançamentos dos livros chamado...