A ideia de educação para a cidadania não pode partir de uma visão da sociedade homogênea, como uma grande comunidade [...]. Torna-se necessário entender educação para a cidadania como formação do cidadão participativo e solidário, consciente de seus deveres e direitos − e, então, associá-la à educação em direitos humanos. Segundo estas ideias, uma proposta democrática de educação para a cidadania é aquela que envolve:
I. a participação ativa e a reciprocidade.
II. os direitos humanos.
III. a defesa de políticas afirmativas.
IV. a crença na cidadania como concessão e os direitos humanos como conquista.
V. a defesa da nação como um todo indiviso e heterogêneo.
Está correto o que se afirma APENAS em
Os homens/sujeitos relacionam-se diretamente com o lugar em que vivem, preenchido de percepções de sua realidade e sentimentos, caracterizados em suas experiências. Por isso, exige-se uma leitura que não se contenta em ter no lugar, mera localização, mas a compreensão das diversas experiências vividas tanto no lugar como no espaço de atuação.
Nessa perspectiva, uma proposta educacional
Na alfabetização, o domínio da linguagem oral e escrita constitui uma das dimensões da expressividade. O aprendizado da leitura e da escrita não terá significado real se ele se faz através da repetição puramente mecânica das sílabas. Este aprendizado só é válido quando, simultaneamente com o domínio do mecanismo da formação vocabular, o educando vai percebendo o profundo sentido da linguagem. Quando vai percebendo a solidariedade que há entre a linguagem-pensamento e realidade.
Por isso, o processo de alfabetização libertadora