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Q1133836
A formação docente caracteriza-se por um ciclo composto por uma série de etapas, descritas a seguir. Qual das etapas abaixo condiz com a formação continuada?
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Q1133413
Conforme as ideias desenvolvidas no documento Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Física (SEESP/SEED /MEC, 2007, p. 31), “[...] para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e, consequentemente, promover vida independente e inclusão”, a expressão utilizada é
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Q1133412
De acordo com o documento Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Deficiência mental (SEESP/SEED /MEC, 2007), o objetivo do Atendimento Educacional Especializado destinado a pessoas com deficiência mental é
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Q1133411
Conforme o documento Formação Continuada a Distância de Professores para o Atendimento Educacional Especializado: Deficiência visual (SEESP/SEED /MEC, 2007, p.33), “Os meios informáticos facilitam as atividades de educadores e educandos porque possibilitam a comunicação, a pesquisa e o acesso ao conhecimento. Existem programas leitores de tela com síntese de voz, concebidos para usuários cegos [...]”. O Programa que pode ser obtido gratuitamente, com sistema operacional desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que possui um conjunto de ferramentas e aplicativos próprios além de agenda, chat e jogos interativos, é chamado de
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Q1131653
A Resolução CNE/CEB nº 4/2010 – Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, tem por objetivos:
I. Sistematizar os princípios e as diretrizes gerais da Educação Básica contidos na Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e demais dispositivos legais, traduzindo−os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.
II. Não estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, a execução e a avaliação do projeto político−pedagógico visando manter o padrão estabelecido em projetos anteriores.
III. Orientar os cursos de formação inicial e continuada de docentes e demais profissionais da Edu...
I. Sistematizar os princípios e as diretrizes gerais da Educação Básica contidos na Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e demais dispositivos legais, traduzindo−os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.
II. Não estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, a execução e a avaliação do projeto político−pedagógico visando manter o padrão estabelecido em projetos anteriores.
III. Orientar os cursos de formação inicial e continuada de docentes e demais profissionais da Edu...
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Q1131500
Em consonância literal com as Diretrizes curriculares nacionais gerais para a educação básica, observam-se os seguintes objetivos:
I – Sistematizar os princípios e diretrizes gerais da educação básica contidos na Constituição, na LDB e demais dispositivos legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.
II – Estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, execução e avaliação do projeto político-pedagógico da escola de educação básica.
III – Orientar os cursos de formação inicial e continuada de profissionais – docentes, técnicos, funcionários da educação básica, os sistemas educativos dos diferentes entes fe...
I – Sistematizar os princípios e diretrizes gerais da educação básica contidos na Constituição, na LDB e demais dispositivos legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.
II – Estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, execução e avaliação do projeto político-pedagógico da escola de educação básica.
III – Orientar os cursos de formação inicial e continuada de profissionais – docentes, técnicos, funcionários da educação básica, os sistemas educativos dos diferentes entes fe...
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Q1129224
Não há dúvida de que estamos diante de um processo de ampliação do campo da docência. Nesse sentido, por considerar a docência como uma atividade especializada, defendo sua importância no bojo da visão profissional. Assim, uma das características fundamentais gira em torno da docência como profissão, e isso se opõe à visão não profissional. A profissão é uma palavra de construção social. É uma realidade dinâmica e contingente, calcada em ações coletivas. É produzido pelas ações dos atores sociais – no caso, os docentes. A docência requer formação profissional para seu exercício: conhecimentos específicos para exercê-lo adequadamente ou, no mínimo, a aquisição das habilidades e dos conhecimentos vinculados à atividade docente para melhorar sua qualidade (Veiga, 2014, p. 14).
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Q1125923
O professor vivencia dois momentos: “[aquele] em que se ensina e se aprende o conhecimento já existente e [aquele] em que se trabalha a produção do conhecimento ainda não existente”. A esse conjunto, Paulo Freire (2011) dá o nome de
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Q1125922
Leia o texto para responder à questão.
Olívia é uma jovem diretora escolar. Ela aproveitou a reunião com sua supervisora de ensino para perguntar como lidar com o que ela entendia ser inveja ou ressentimento de seus colegas sob sua gestão. A supervisora se recordou da Teoria dos Traços de Personalidade, apresentada no livro Liderança em gestão escolar (Lück, 2010): “Toda teoria tem seus limites, mas eu penso que alguns traços ali são bacanas mesmo da gente pensar sobre e tentar cultivar”. Mais tarde, Olívia leu o seguinte excerto na obra indicada, a respeito dos líderes:
“Sabem o que dizer e como dizer, no momento adequado, evitando agir para resolver problemas e comunicar-se de modo impensado, emocional, expressando suas subjetividades e frustrações...
Olívia é uma jovem diretora escolar. Ela aproveitou a reunião com sua supervisora de ensino para perguntar como lidar com o que ela entendia ser inveja ou ressentimento de seus colegas sob sua gestão. A supervisora se recordou da Teoria dos Traços de Personalidade, apresentada no livro Liderança em gestão escolar (Lück, 2010): “Toda teoria tem seus limites, mas eu penso que alguns traços ali são bacanas mesmo da gente pensar sobre e tentar cultivar”. Mais tarde, Olívia leu o seguinte excerto na obra indicada, a respeito dos líderes:
“Sabem o que dizer e como dizer, no momento adequado, evitando agir para resolver problemas e comunicar-se de modo impensado, emocional, expressando suas subjetividades e frustrações...
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Q1123676
Analise o fragmento abaixo.
[...] a inserção do ER como componente curricular nesse documento, assim como a homologação pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) das DCNs de CRE, revelaram-se como estratégias político-pedagógicas para a construção de currículos e para a formação docente em ER, atentas ao estatuto laico do Estado, ao caráter plural de constituição da sociedade brasileira e aos direitos de liberdade de consciência e de crença, assegurados pela Constituição Federal de 1988.
(RODRIGUES, Elisa. Formação de profes sores (as ) para o ens ino religioso reflex ivo: perspec tivas a partir da BNCC e das DCNs para licenc iaturas em Ciênc ias da Religião. Em Aberto. Bras ília, v. 35. n. 114. p.39-60. maio/agos 2022.)
Acerca dessa t...
[...] a inserção do ER como componente curricular nesse documento, assim como a homologação pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) das DCNs de CRE, revelaram-se como estratégias político-pedagógicas para a construção de currículos e para a formação docente em ER, atentas ao estatuto laico do Estado, ao caráter plural de constituição da sociedade brasileira e aos direitos de liberdade de consciência e de crença, assegurados pela Constituição Federal de 1988.
(RODRIGUES, Elisa. Formação de profes sores (as ) para o ens ino religioso reflex ivo: perspec tivas a partir da BNCC e das DCNs para licenc iaturas em Ciênc ias da Religião. Em Aberto. Bras ília, v. 35. n. 114. p.39-60. maio/agos 2022.)
Acerca dessa t...