É geralmente uma alucinação visual, mas também pode ter componentes táteis e cenestésicos, na qual o indivíduo enxerga a si mesmo, vê o seu corpo, como se estivesse fora dele, contemplando-o. É um fenômeno relativamente raro, associado à Epilepsia, lesões do lobo parietal e Esquizofrenia.
O tipo de alucinação funcional a que se refere a descrição acima é
É uma afasia fluente, na qual o indivíduo continua podendo falar, mas a sua fala é muito defeituosa, às vezes incompreensível. O paciente não consegue compreender a linguagem (falada e escrita) e tem dificuldades para a repetição. Fala sem hesitação, mas produz muitos erros na escolha de palavras individuais para expressar uma ideia. Geralmente não há hemiparesias associadas. Ocorre por lesões das áreas temporais esquerdas posterossuperiores:
RSA, 45 anos, iniciou há 4 semanas uso de risperidona. Não fez uso de outras medicações no último mês. Há 2 dias, deu entrada no pronto-socorro apresentando hipertermia, distonia, alterações da consciência, disfunção autonômica, elevação significativa de fosfocreatinoquinase e leucocitose. Foram descartados focos infecciosos. O diagnóstico mais provável é:
Paciente MHS, 52 anos, vive com sua irmã JPH de 48 anos na mesma casa. Os familiares solicitaram avaliação médica, pois há 2 anos as irmãs não saem de casa e muitas vezes recusam a receber visita dos outros familiares. Ambas apresentam sintomas de persecutoriedade e autorreferência, caracterizando um quadro delirante paranoide. A irmã mais nova tem diagnóstico de Esquizofrenia, sem seguimento. Ao serem internadas separadamente a mais velha melhora sem uso de medicação. O diagnóstico mais provável da paciente MHS é de:
Transtorno de personalidade caracterizado por encorajar (ou permitir) a outros tomarem a maioria das decisões, subordinação de suas próprias necessidades àquelas dos outros, relutância em fazer exigências ainda que razoáveis às demais pessoas, sentir-se sozinho ou desamparado quando sozinho, preocupações com medos de ser abandonado e capacidade limitada de tomada de decisões cotidianas. Essa descrição refere-se, segundo a CID10, ao transtorno de personalidade,
Transtorno caracterizado pela combinação de uma falta do atraso global clinicamente significativo no desenvolvimento da linguagem e cognitivo, associado à presença de deficiências qualitativas na interação social recíproca e padrões de comportamento, interesses e atividades restritos, repetitivos e estereotipados. Essa descrição é compatível com as diretrizes diagnósticas da CID 10 para