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Q931432
Durante a sequência “desfibrilação-2 minutos de RCP-desfibrilação”, após o 2º choque, é administrada a primeira dose de (A), após 3 choques repetitivos, sem melhora do ritmo, se caracteriza a “resistência ao choque” e se indica os fármacos (B) ou (C); caso o ritmo chocável seja Torsaide de Pointes, a droga (D) é administrada parenteralmente. Nessa situação, o Sulfato de Magnésio faz parte da(s) situação(ões):
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Q931431
O conteúdo arterial de oxigênio e o débito cardíaco são funções diretas da oferta de oxigênio tecidual (DO2) e quando prejudicados inicia-se a cascata da síndrome clínica denominada choque em crianças. O conteúdo arterial de O2 (CaO2) é mais reduzido em qual das situações abaixo?
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Q931430
Nas situações de hipermagnesemia presentes na criança grave, secundárias à lesão renal aguda, com depressão de SNC e da junção neuromuscular periférica, deve-se utilizar o antagonista direto do magnésio, que é:
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Q931429
Analise as assertivas abaixo sobre os fatores etiológicos como causas de choque na infância:
I. Arritmias ventriculares.
II. Intoxicação por Penicilinas e Antraciclínicos.
III. Sepse.
IV. Artrite reumatoide juvenil.
Quais são responsáveis por choque cardiogênico?
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Q931428
Pré-escolar em choque séptico por Kingela kingae inicia com íleo e sangramento intestinal no 2º dia de internação na UTI. Em relação a esse efeito multissistêmico do choque, é correto afirmar que:
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Q931427
Lactente com diarreia aguda, febre e toxemia, inclusive fora do período febril há 2 dias, chega na emergência em choque hipovolêmico. Restabelece-se o alvo da hidratação com diurese após 2ª expansão volêmica de 20 mL/kg de SF 0,9%. Após esse episódio, inicia oscilação de sensório culminando com coma. Transferido à UTIP, seu sódio sérico coletado na admissão evidencia 178 mEq/L (sódio anterior era 127 mEq/L). A causa mais provável da piora neurológica é:
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Q931426
Sobre a farmacologia das drogas utilizadas no choque em pediatria, é correto afirmar que:
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Q931425
Criança de 5 anos dá entrada na emergência em franca insuficiência respiratória decorrente de crise asmática. É portadora de doença reumática com uso crônico de corticosteroide em dose imunossupressora. Após a avaliação inicial correta, necessita intubação traqueal. Na sequência rápida de intubação, pode ser usado com segurança sedoanalgesia e bloqueio neuromuscular com a associação de:
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Q931424
Sobre parâmetros iniciais a serem instituídos na ventilação artificial invasiva em pediatria, tem-se que:
I. O tempo inspiratório no adolescente situa-se ao redor de 1 segundo, desde que se permita uma relação I:E pelo menos de 1:2. II. A pressão de plateau menor que 25-28 cmH2O reduz risco de barotrauma. III. O volume tidal situa-se entre 5-8mL/kg, devendo ser reduzido nas doenças hipocomplascentes do parênquima pulmonar. IV. A PEEP situa-se em torno de 5 cmH2O, devendo ser aumentada em situações obstrutivas da via aérea.
Quais estão corretas?
I. O tempo inspiratório no adolescente situa-se ao redor de 1 segundo, desde que se permita uma relação I:E pelo menos de 1:2. II. A pressão de plateau menor que 25-28 cmH2O reduz risco de barotrauma. III. O volume tidal situa-se entre 5-8mL/kg, devendo ser reduzido nas doenças hipocomplascentes do parênquima pulmonar. IV. A PEEP situa-se em torno de 5 cmH2O, devendo ser aumentada em situações obstrutivas da via aérea.
Quais estão corretas?
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Q931423
O uso de bloqueadores neuromusculares, quando bem indicados, favorecem a ventilação artificial invasiva pediátrica por reduzir assincronias, por reduzir trabalho muscular na fase aguda da doença ou por deixar mais seguro o pós-operatório de grandes cirurgias que cursem com imobilização do paciente. O evento adverso principal do seu uso prolongado é: