Uma paciente de 22 anos de idade é encaminhada por familiares ao hospital após apresentar crise convulsiva tônica-clônica generalizada com duração de três minutos há aproximadamente uma hora. Ao exame, encontra-se discretamente sonolenta, mas orientada, FC: 85 bpm, FR: 15 irpm, PA: 110 mmHg x 80 mmHg e SaO 2: 95% em uso de cateter O2 3 L/min. A paciente referiu ao médico que a atendeu quadro de cefaleia unilateral direita, latejante, com náusea ocasional e fotofobia iniciada há cerca de 10 dias, sem melhora com analgesia oral. Relatava cefaleia crônica semelhante à atual há aproximadamente dois anos, mas que durava cerca de um dia, no máximo, e negava crises epilépticas prévias. Estava em uso de anticoncepcional hormonal a base de estrogênio iniciado há cerca de seis meses....
Um recém-nascido (RN) a termo, resultado de gestação sem intercorrências, seguida de parto vaginal, nasce irresponsivo e sem respiração espontânea. O cordão umbilical é imediatamente clampeado e seccionado. O RN é entregue ao neonatologista presente na sala de parto, que posiciona a criança no berço aquecido, a seca, aspira as vias aéreas e observa que a criança continua em apneia. Nesse momento, o neonatologista tomo a Conduta 1. Durante o atendimento posterior, foi instalada monitorização cardíaca, foram iniciadas as compressões torácicas e foi indicada adrenalina venosa, não necessariamente nessa ordem.
Quanto a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A adrenalina endovenosa deve ser utilizada na dose de 0,3 mg/kg.Uma paciente de 29 anos de idade, obesa, diabética, com histórico familiar (materno) de colelitíase, compareceu ao pronto atendimento referindo dor em hipocôndrio direito, vômitos e febre há cerca de quatro dias. Relatou ter dores em hipocôndrio direito há aproximadamente um ano e diagnóstico de colelitíase há três anos, após achado casual em ecografia abdominal para investigação de nefrolitíase; entretanto, nunca havia ficado febril e com vômitos em associação com a dor.
Com base no mencionado caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso o sinal de Murphy estivesse presente ao exame físico, seria um achado compatível com colelitíase crônica não complicada.