Uma paciente de 34 anos de idade comparece ao ambulatório de nefrologia queixando-se de disúria, polaciúria e dor em baixo ventre iniciadas há cinco dias sem febre associada. Refere que em 2018, já é a quarta vez que apresenta sintomas semelhantes. Há 20 dias, fez uso de antibiótico por ter apresentado os mesmos sintomas. Nos antecedentes pessoais, refere ser casada pela segunda vez há quatro meses e que a mãe teve história de infecções de trato urinário (ITU). A paciente alega ter tido necessidade de internação para tratamento de pielonefrite em um episódio no ano de 2018. Refere estar em uso atual de ciprofloxacina 500 mg duas vezes ao dia e de sulfametoxazol-trimetoprina 400/80 mg (meio comprimido à noite) por orientação médica para prevenir novos episódios. Leva à consu...
Um paciente de 40 anos de idade, gari, procura o ambulatório de nefrologia com queixa de polaciúria, disúria, dor em região suprapúbica e noctúria há um ano. Nega febre. Vem fazendo uso frequente de antibióticos, inclusive com fluoroquinolonas (sendo o último uso há cinco dias), para tratamento de infecções urinárias, conforme ouvia de vários médicos que o consultou. Leva à consulta cinco exames prévios de urina com leucocitúria e uroculturas negativas. Refere não ter comorbidades e não faz uso de medicamentos específicos. Ao exame, apresenta-se corado, hidratado, anictérico, acianótico. PA de 140 mmHg x 90 mmHg, ausculta cardíaca e respiratória sem comemorativos, com FC de 64 bpm e SatO 2 de 98% em ar ambiente. São solicitados exames com os seguintes resultados: Hb = 14 g/...
Um paciente de 40 anos de idade, gari, procura o ambulatório de nefrologia com queixa de polaciúria, disúria, dor em região suprapúbica e noctúria há um ano. Nega febre. Vem fazendo uso frequente de antibióticos, inclusive com fluoroquinolonas (sendo o último uso há cinco dias), para tratamento de infecções urinárias, conforme ouvia de vários médicos que o consultou. Leva à consulta cinco exames prévios de urina com leucocitúria e uroculturas negativas. Refere não ter comorbidades e não faz uso de medicamentos específicos. Ao exame, apresenta-se corado, hidratado, anictérico, acianótico. PA de 140 mmHg x 90 mmHg, ausculta cardíaca e respiratória sem comemorativos, com FC de 64 bpm e SatO 2 de 98% em ar ambiente. São solicitados exames com os seguintes resultados: Hb = 14 g/...
Uma paciente de 34 anos de idade procurou o ambulatório de nefrologia com quadro de polidipsia e poliúria (cerca de 4l/dia) iniciado há uma semana. Ao exame físico, apresentava-se desidratada 1+/4+, com PA de 110 mmHg x 80 mmHg, ausculta cardíaca normal, frequência cardíaca (FC) de 85 bpm, ausculta respiratória normal e SatO2 de 99% em ar ambiente. A paciente refere ser tabagista, hipertensa, em uso de enalapril e com história prévia de uso, há 10 dias, de demeclociclina para tratamento de acne. Os exames solicitados evidenciaram glicemia de jejum de 78 g/dL, creatinina de 0,7 mg/dL, ureia = 35 mg/ dL, com HbA1C = 5,2%, Na+ = 140 mEq/L e osmolalidade urinária (Osm u) inicial = 200 mOm/kg. Foi realizado teste de restrição hídrica com elevação de osmolalidade plasmática para ...
Um recém-nascido (RN) a termo, resultado de gestação sem intercorrências, seguida de parto vaginal, nasce irresponsivo e sem respiração espontânea. O cordão umbilical é imediatamente clampeado e seccionado. O RN é entregue ao neonatologista presente na sala de parto, que posiciona a criança no berço aquecido, a seca, aspira as vias aéreas e observa que a criança continua em apneia. Nesse momento, o neonatologista tomo a Conduta 1. Durante o atendimento posterior, foi instalada monitorização cardíaca, foram iniciadas as compressões torácicas e foi indicada adrenalina venosa, não necessariamente nessa ordem.
Quanto a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O objetivo da monitorização cardíaca durante esse atendimento é a detecção...Um recém-nascido (RN) a termo, resultado de gestação sem intercorrências, seguida de parto vaginal, nasce irresponsivo e sem respiração espontânea. O cordão umbilical é imediatamente clampeado e seccionado. O RN é entregue ao neonatologista presente na sala de parto, que posiciona a criança no berço aquecido, a seca, aspira as vias aéreas e observa que a criança continua em apneia. Nesse momento, o neonatologista tomo a Conduta 1. Durante o atendimento posterior, foi instalada monitorização cardíaca, foram iniciadas as compressões torácicas e foi indicada adrenalina venosa, não necessariamente nessa ordem.
Quanto a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A Conduta 1 é da intubação orotraqueal.Um paciente de 8 anos de idade chegou ao PSI em crise convulsiva tônico-clônica generalizada, com duração superior a dez minutos. Os pais negam histórico prévio de epilepsia. Não houve sintomas prévios ao desencadeamento da crise.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os benzodiazepínicos podem ser utilizados em até cinco doses para resolução da crise.Um paciente de 8 anos de idade chegou ao PSI em crise convulsiva tônico-clônica generalizada, com duração superior a dez minutos. Os pais negam histórico prévio de epilepsia. Não houve sintomas prévios ao desencadeamento da crise.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Há indicação de realização de glicemia capilar.Lactente de 4 meses de vida inicia com quadro de secreção nasal, tosse e espirros, progredindo dois dias após com aumento da frequência respiratória e ruído de “chiado” notado pelos pais. Ao exame, a criança está afebril, com saturação de oxigênio de 98%, FR de 26 irpm e FC de 98 bpm, sem esforço respiratório; na ausculta respiratória, nota-se sibilos difusos. Os pais negam episódios anteriores ou antecedentes de atopia.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O vírus sincial respiratório é o principal agente etiológico na casuística nacional.Uma paciente de 38 anos de idade comparece à consulta médica com queixa de ausência de menstruação há 10 meses. Nesse período, notou que está mais irritada, com piora na qualidade do sono e despertares noturnos por calor excessivo, mesmo com temperatura ambiente amena. Com base nesse histórico, o médico solicitou dosagens de FSH, LH, prolactina e TSH, além de curva glicêmica e ecografia transvaginal.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É recomendável que as mulheres com falência ovariana precoce façam, se possível, rastreamento para pré-mutação FMR1 (X-frágil), para aconselhamento genético.