25191 Q691614
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Paciente vítima de ferimento por arma de fogo com orifício de entrada no hemitórax direito e saída na linha axilar média do hemitórax esquerdo, hemodinamicamente instável após as medidas iniciais de atendimento. Qual a melhor conduta para essa paciente?
25192 Q691613
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Qual o método diagnóstico mais utilizado para avaliar o paciente estável vítima de traumatismo abdominal?
25193 Q691612
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Durante laparotomia exploradora, em um paciente jovem, devido a um ferimento por arma de fogo, é constatada a presença de uma lesão grau III na 2ª porção duodenal. Qual a melhor conduta cirúrgica para esse caso?
25194 Q691611
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Qual a complicação mais frequente após trauma pancreático?
25195 Q691610
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Paciente vítima de acidente automobilístico, apresentando trauma abdominal fechado, consciente, hemodinamicamente estável, sem sinais de irritação peritoneal, com uma tomografia computadorizada de abdômen mostrando uma lesão hepática grau III, sem extravasamento de contraste na fase arterial. Qual a melhor conduta pare esse caso?
25196 Q691609
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Qual o órgão do trato urinário mais comumente lesado no trauma?
25197 Q691608
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
No trauma abdominal, qual a melhor opção cirúrgica para as lesões retais baixas inacessíveis por via abdominal?
25198 Q691607
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Com relação ao trauma abdominal fechado, pode-se afirmar.
25199 Q691606
Medicina
Ano: 2018
Banca: Banca não informada
Com relação ao trauma abdominal penetrante, pode-se afirmar.
25200 Q691605
Medicina
Ano: 2018
Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas reconstruções das gastrectomias parciais, as anastomoses a Billroth II podem provocar refluxo biliodigestivo, que pode ser prevenido associando-se a essa técnica um desvio do fluxo da bile, como a anastomose de Braun ou a anastomose em Y-de-Roux.