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Q691614
Paciente vítima de ferimento por arma de fogo com orifício de entrada no hemitórax direito e saída na linha axilar média do hemitórax esquerdo, hemodinamicamente instável após as medidas iniciais de atendimento. Qual a melhor conduta para essa paciente?
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Q691613
Qual o método diagnóstico mais utilizado para avaliar o paciente estável vítima de traumatismo abdominal?
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Q691612
Durante laparotomia exploradora, em um paciente jovem, devido a um ferimento por arma de fogo, é constatada a presença de uma lesão grau III na 2ª porção duodenal. Qual a melhor conduta cirúrgica para esse caso?
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Q691611
Qual a complicação mais frequente após trauma pancreático?
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Q691610
Paciente vítima de acidente automobilístico, apresentando trauma abdominal fechado, consciente, hemodinamicamente estável, sem sinais de irritação peritoneal, com uma tomografia computadorizada de abdômen mostrando uma lesão hepática grau III, sem extravasamento de contraste na fase arterial. Qual a melhor conduta pare esse caso?
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Q691609
Qual o órgão do trato urinário mais comumente lesado no trauma?
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Q691608
No trauma abdominal, qual a melhor opção cirúrgica para as lesões retais baixas inacessíveis por via abdominal?
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Q691607
Com relação ao trauma abdominal fechado, pode-se afirmar.
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Q691606
Com relação ao trauma abdominal penetrante, pode-se afirmar.
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Q691605
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas reconstruções das gastrectomias parciais, as anastomoses a Billroth II podem provocar refluxo biliodigestivo, que pode ser prevenido associando-se a essa técnica um desvio do fluxo da bile, como a anastomose de Braun ou a anastomose em Y-de-Roux.