21191
Q688830
A hemovigilância é definida como um conjunto de procedimentos de vigilância que abrange todo o ciclo do sangue e tem como objetivo obter e disponibilizar informações sobre eventos adversos para prevenir seu aparecimento ou sua recorrência, melhorar a qualidade dos processos e produtos e aumentar a segurança do doador e do receptor. No que diz respeito à hemovigilância do doador, julgue os itens subsequentes. A toxicidade pelo citrato nas doações por aférese pode se manifestar por meio de parestesias periorais, formigamento, náuseas e vômitos, dor abdominal e arritmias, entre outros, estando associada à ocorrência de hipermagnesemia, hipocalcemia e alteração do pH sanguíneo do doador.
21192
Q688829
A hemovigilância é definida como um conjunto de procedimentos de vigilância que abrange todo o ciclo do sangue e tem como objetivo obter e disponibilizar informações sobre eventos adversos para prevenir seu aparecimento ou sua recorrência, melhorar a qualidade dos processos e produtos e aumentar a segurança do doador e do receptor. No que diz respeito à hemovigilância do doador, julgue os itens subsequentes. Entre as reações sistêmicas, a reação vasovagal é a mais comum, podendo ser desencadeada pela visão do sangue, por fatores psicológicos, por medo ou apreensão e constituindo uma resposta neurofisiológica à doação.
21193
Q688828
A hemovigilância é definida como um conjunto de procedimentos de vigilância que abrange todo o ciclo do sangue e tem como objetivo obter e disponibilizar informações sobre eventos adversos para prevenir seu aparecimento ou sua recorrência, melhorar a qualidade dos processos e produtos e aumentar a segurança do doador e do receptor. No que diz respeito à hemovigilância do doador, julgue os itens subsequentes. Na mobilização celular do doador para coleta de células-tronco hematopoiéticas de sangue periférico, podem ocorrer reações adversas, tais como: dor óssea; acidente vascular encefálico; febre; infarto do miocárdio; mialgia; e infarto esplênico, entre outros.
21194
Q688827
Os testes imuno-hematológicos fazem parte da rotina laboratorial de uma unidade de hemoterapia/agência transfusional e englobam tanto a qualificação do sangue do doador quanto a do receptor, sendo de vital importância na segurança transfusional do paciente. Com relação a esse tema, julgue os itens de 82 a 85. Anticorpos antieritrocitários podem ser fixadores de complemento, a depender de sua especificidade, número e proximidade de sítios antigênicos, bem como da classe e da subclasse da imunoglobulina envolvida (principalmente IgM e IgG 1 e 3). Entre os anticorpos que geralmente cursam com fixação do complemento, estão: anti-K; anti-Vel; anti-A; anti-Jka; anti-Lea; anti-P1; e anti-S, entre outros.
21195
Q688826
Os testes imuno-hematológicos fazem parte da rotina laboratorial de uma unidade de hemoterapia/agência transfusional e englobam tanto a qualificação do sangue do doador quanto a do receptor, sendo de vital importância na segurança transfusional do paciente. Com relação a esse tema, julgue os itens de 82 a 85. Os testes pré-transfusionais para transfusão de concentrado de hemácias e sangue total englobam, entre outros, as retipagens ABO direta e RhD do componente sanguíneo. A retipagem RhD será realizada somente em bolsas rotuladas como “RhD negativo” e é necessário repetir o teste para pesquisa do antígeno D fraco da bolsa.
21196
Q688825
Os testes imuno-hematológicos fazem parte da rotina laboratorial de uma unidade de hemoterapia/agência transfusional e englobam tanto a qualificação do sangue do doador quanto a do receptor, sendo de vital importância na segurança transfusional do paciente. Com relação a esse tema, julgue os itens de 82 a 85. Em receptores de transfusão com reação negativa para a presença do antígeno D, é recomendada a pesquisa do antígeno D fraco. No caso de não realização do teste, o receptor será considerado como RhD negativo para fins transfusionais. Caso a pesquisa do antígeno D fraco seja realizada e apresente resultado positivo, o receptor será considerado como RhD positivo.
21197
Q688824
Os testes imuno-hematológicos fazem parte da rotina laboratorial de uma unidade de hemoterapia/agência transfusional e englobam tanto a qualificação do sangue do doador quanto a do receptor, sendo de vital importância na segurança transfusional do paciente. Com relação a esse tema, julgue os itens de 82 a 85. O fenótipo Bombay caracteriza-se pela ausência de expressão dos genes ABO. Nos testes pré-transfusionais, este indivíduo normalmente é fenotipado como grupo sanguíneo “O”. Tanto as hemácias de indivíduos do grupo “O” quanto as de indivíduos Bombay apresentam forte reatividade quando testadas com lecitina anti-H.
21198
Q688823
Quanto à hemovigilância do paciente transfundido, julgue os seguintes itens. As reações transfusionais são classificadas como imediatas quando ocorrem durante a transfusão ou até 24 h após seu início.
21199
Q688822
Quanto à hemovigilância do paciente transfundido, julgue os seguintes itens. A reação febril não hemolítica caracteriza-se pela presença de febre (temperatura ≥ 38 ºC), com aumento de pelo menos 1 ºC em relação ao valor pré-transfusional, e(ou) tremores e calafrios, durante a transfusão ou até quatro horas após, e ausência de outras causas que expliquem a elevação da temperatura. Já na reação por contaminação bacteriana, a elevação da temperatura pode ocorrer durante a transfusão ou até seis horas após.
21200
Q688821
Quanto à hemovigilância do paciente transfundido, julgue os seguintes itens. Todas as reações transfusionais devem ser comunicadas à autoridade sanitária local e ao serviço produtor do hemocomponente dentro das primeiras 72 h de sua ocorrência.