Paciente, sexo feminino, setenta e seis anos de idade, portadora de neoplasia maligna colorretal não realizou tratamento modificador de doença. Essa paciente chegou à emergência do hospital regional com inapetência, náuseas, vômitos com sedimentos e odor forte em pequena quantidade, dor abdominal tipo cólica intensa, distensão abdominal e parada de eliminação de flatos havia dois dias, e constipação intestinal havia dez dias.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Os sintomas gástricos (inapetência, náuseas e vômitos) são causados por metástases no estômago.Paciente, sexo feminino, setenta e seis anos de idade, portadora de neoplasia maligna colorretal não realizou tratamento modificador de doença. Essa paciente chegou à emergência do hospital regional com inapetência, náuseas, vômitos com sedimentos e odor forte em pequena quantidade, dor abdominal tipo cólica intensa, distensão abdominal e parada de eliminação de flatos havia dois dias, e constipação intestinal havia dez dias.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Deve-se iniciar imediatamente o uso de metoclopramida, como antiemético, escopolamina, para dor tipo cólica, e bisacodil, como laxante.Paciente, sexo feminino, setenta e seis anos de idade, portadora de neoplasia maligna colorretal não realizou tratamento modificador de doença. Essa paciente chegou à emergência do hospital regional com inapetência, náuseas, vômitos com sedimentos e odor forte em pequena quantidade, dor abdominal tipo cólica intensa, distensão abdominal e parada de eliminação de flatos havia dois dias, e constipação intestinal havia dez dias.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A dexametasona pode ser usada em dose baixa e por um curto período de tempo para controle de sintomas.Paciente, sexo masculino, cinquenta e dois anos de idade, diagnosticado recentemente com neoplasia maligna de pilar amigdaliano esquerdo com metástase para linfonodo contralateral foi avaliado pela cirurgia de cabeça e pescoço e pela oncologia clínica e encaminhado ao paliativista, para cuidados paliativos exclusivos.
Acerca do quadro clínico precedente, julgue os itens seguintes.
O médico paliativista deverá indicar a realização de gastrostomia e traqueostomia preventivamente.Paciente, sexo masculino, cinquenta e dois anos de idade, diagnosticado recentemente com neoplasia maligna de pilar amigdaliano esquerdo com metástase para linfonodo contralateral foi avaliado pela cirurgia de cabeça e pescoço e pela oncologia clínica e encaminhado ao paliativista, para cuidados paliativos exclusivos.
Acerca do quadro clínico precedente, julgue os itens seguintes.
Caso o paciente apresente dor no local do tumor, deve-se iniciar apenas a morfina em dose baixa, estando os adjuvantes para dor neuropática contraindicados.Paciente, sexo masculino, cinquenta e dois anos de idade, diagnosticado recentemente com neoplasia maligna de pilar amigdaliano esquerdo com metástase para linfonodo contralateral foi avaliado pela cirurgia de cabeça e pescoço e pela oncologia clínica e encaminhado ao paliativista, para cuidados paliativos exclusivos.
Acerca do quadro clínico precedente, julgue os itens seguintes.
Em caso de sangramento tumoral, pode-se indicar radioterapia hemostática, mesmo com o paciente em cuidados paliativos exclusivos.Paciente, sexo masculino, cinquenta e dois anos de idade, diagnosticado recentemente com neoplasia maligna de pilar amigdaliano esquerdo com metástase para linfonodo contralateral foi avaliado pela cirurgia de cabeça e pescoço e pela oncologia clínica e encaminhado ao paliativista, para cuidados paliativos exclusivos.
Acerca do quadro clínico precedente, julgue os itens seguintes.
O curativo hemostático tumoral pode ser feito com solução de adrenalina e o tratamento sistêmico pode ser feito com medicamento antifibrinolítico, como o ácido aminocaproico, via oral ou endovenosa.Paciente, sexo masculino, cinquenta e dois anos de idade, diagnosticado recentemente com neoplasia maligna de pilar amigdaliano esquerdo com metástase para linfonodo contralateral foi avaliado pela cirurgia de cabeça e pescoço e pela oncologia clínica e encaminhado ao paliativista, para cuidados paliativos exclusivos.
Acerca do quadro clínico precedente, julgue os itens seguintes.
Para inibir a hipersecreção de vias aéreas e a saída de secreção mucosa pela traqueostomia, deve-se fazer nebulização com n-acetilcisteína ou administrá-la por via oral (gastrostomia) ou endovenosa.