Após terminar a prescrição com o residente, a paliativista recebe a informação de que J.P.T. perdeu o acesso periférico. Em razão da quimioterapia, está muito difícil achar outro local apropriado para punção. Qual seria a conduta mais apropriada para esse caso?
Após terminar a prescrição com o residente, a paliativista recebe a informação de que J.P.T. perdeu o acesso periférico. Em razão da quimioterapia, está muito difícil achar outro local apropriado para punção. Qual seria a conduta mais apropriada para esse caso? Uma mulher com quarenta e dois anos de idade compareceu ao atendimento hospitalar com o seguinte quadro clínico: proteinúria variável, havia três anos, entre 2,5 e 3,0 g/dia, hipertensão arterial leve e controlada com dieta hipossódica e dose baixa de amlodipina, colesterol de 230 mg/dL, albumina sérica de 4,3 g/dL, função renal normal com creatinina sérica de 0,9 mg/dL e depuração de creatinina de 90 mL/min. A última dosagem de proteinúria mostrou o resultado de 3,3 g/dia, sem hematúria significativa nos diversos exames de urina realizados. Os exames realizados na busca de uma causa secundária de glomerulonefrite apresentaram resultados negativos, e não havia história de ingestão de outras drogas. Realizou biópsia renal, em cujo resultado constou glomerulonefrite com espess...