Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
Uma paciente de 35 anos de idade, grávida de 30 semanas, chega ao plantão com queixa de tonturas, com o raciocínio lento, confusa e apresentando cansaço. Na abordagem, relata que tem diabetes tipo 1 e que faz uso de insulina. No acompanhamento pré-natal, não apresenta hipertensão, doença renal prévia ou retinopatia. Leva consigo exame qualitativo de urina, que mostra glicose 4 + e cetonas 3 +, sendo o exame datado de dois dias antes. Ao exame físico, a paciente se encontra com TA de 85 mmHg x 40 mmHg, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 30 ipm, sinais de desidratação, HGT de 270 mg/dL e saturação de 98% A.A. Na avaliação fetal, o traçado da cardiotocografia mostra desaceleração tardia e recorrente, variabilidade reduzida e linha de base de 148 bpm. ...
Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
No exame físico, a paciente pode apresentar dor à mobilização cervical e de anexos.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A salpingite pode ter como consequência o aumento da incidência de gravidez ectópica.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
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Quando o processo infeccioso é mais extenso, a paciente pode apresentar peritonite generalizada.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
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As usuárias de contraceptivos orais têm risco aumentado para doença inflamatória pélvica, quando comparado ao de todos os outros métodos de anticoncepção.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
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A síndrome de Fitz-Hugh-Curtis, que causa dor em quadrante superior direito, não tem relação com a salpingite.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
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A salpingite apresentada pela paciente pode ter como causa gonorreia, clamídia ou bactérias anaeróbias.Uma paciente de 20 anos de idade comparece a uma consulta apresentando dor na região pélvica, febre de 38 °C e astenia, além de referir dispareunia com início há alguns dias, sendo que a última menstruação ocorreu há aproximadamente 10 dias, com fluxo aumentado. O resultado do teste de gravidez foi negativo. A paciente não apresenta secreção vaginal. Após investigação, o diagnóstico é de salpingite aguda.
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O mecanismo de disseminação da infecção é descendente e ocorre no período menstrual.