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Q607285
Para o diagnóstico de invaginação basilar, são utilizadas linhas no crânio que estabelecem relações com o processo odontoide. A linha que liga o opístio ao palato duro se chama:
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Q607284
O principal núcleo do tronco cerebral relacionado à aferência visceral é o:
33703
Q607283
O limite anteromedial do triângulo de Kawase é formado pela seguinte estrutura anatômica:
33704
Q607282
Com referência ao equilíbrio sagital e à curvatura da coluna, pode-se afirmar:
33705
Q607281
Paciente de 52 anos de idade, com história de dor craniocervical há 1 ano progressiva, evoluindo com fraqueza em MSD, MID, MIE e MSE (nessa ordem cronológica) e incontinência urinária. Ao exame neurológico, apresenta tetraparesia espástica. A respeito do diagnóstico diferencial, o mais provável, é:
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Q607280
Paciente trazido à emergência após crise convulsiva generalizada. Apresenta história de retardo mental e, ao exame físico, apresenta adenomas em face, na forma de asa de borboleta, manchas hipomelanóticas, TC de crânio revelou calcificações subependimárias nos ventrículos laterais. Ao fundo de olho, apresenta máculas retinianas acrômicas. Quanto ao diagnóstico, pode-se afirmar:
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Q607279
Paciente de 42 anos de idade com quadro súbito de cefaleia, diplopia, vertigem, vômitos e soluços há 6 horas. Ao exame neurológico, apresenta síndrome de Horner à direita, ataxia em MSD, dormência em MSD e MID, hipoestesia termoalgésica em dimídio esquerdo. A TC de crânio foi normal. A respeito do diagnóstico e/ou tratamento desse quadro, pode-ser afirmar:
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Q607278
No que se refere ao diagnóstico de morte cerebral, pode-se afirmar:
33709
Q607277
Paciente de 23 anos de idade, previamente hígido, com quadro de dorsalgia intensa e febre há 4 dias, evolui com fraqueza em MMII e incontinência urinária. Ao exame neurológico, apresenta paraparesia espástica, dor à percussão dorsal e sinal de Kernig positivo. O diagnóstico, mais provável, é:
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Q607276
Paciente de 60 anos de idade, com cirurgia de DVP há 1 ano e com válvula de média pressão para hidrocefalia pós AVE hemorrágico, vem evoluindo com hematoma subdural crônico bifrontoparietal com quadro de cefaleia e tetraparesia progressiva há 1 mês. A melhor conduta, nesse caso, é: