42331
Q329127
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. O tratamento da esofagite corrosiva é, a princípio, conservador, devendo incluir dilatações endoscópicas seriadas com o objetivo de manter a integridade do trânsito na via digestiva natural.
42332
Q329125
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. Os procedimentos cirúrgicos de substituição do esôfago devem ser reservados aos casos de insucessos no tratamento clínico conservador.
42333
Q329122
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. As lesões decorrentes da ingestão de cáustico podem comprometer a boca, faringe, laringe, o esôfago, estômago, duodeno, jejuno, ou a combinação desses órgãos ou dessas vísceras.
42334
Q329120
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. Bases fortes tendem a ser mais fluidas e com menor viscosidade quando comparadas com os ácidos fortes.
42335
Q329118
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. Ácidos fortes tendem a produzir queimaduras mais profundas ― que envolvem potencialmente todas as camadas de tecido visceral ― do que bases fortes.
42336
Q329116
Com relação às estenoses corrosivas, julgue os itens subsecutivos. Ao contrário do que ocorre na esofagite cáustica, na qual a esofagectomia é opcional, a ressecção do segmento gástrico afetado nos casos de gastrite corrosiva é mandatória.
42337
Q329114
No que se refere à anatomia do tórax, julgue os seguintes itens. O nervo frênico à direita tem posição lateral à veia cava superior e passa posteriormente ao hilo pulmonar antes de atingir o diafragma.
42338
Q329112
No que se refere à anatomia do tórax, julgue os seguintes itens. O segmento ausente no pulmão esquerdo é o segmento medial 7.
42339
Q329110
No que se refere à anatomia do tórax, julgue os seguintes itens. O brônquio fonte esquerdo é mais longo que o direito, e a artéria pulmonar esquerda é mais longa que a direita.
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Q329108
No que se refere à anatomia do tórax, julgue os seguintes itens. O ducto torácico cruza da direita para a esquerda na altura da quinta vértebra torácica e ascende à esquerda sendo tributário da veia subclávia esquerda.