Paciente jovem diabético tipo 1 é admitido por náuseas, vômitos e dispneia. Seus pais referem que ele vinha apresentando febre e escapes glicêmicos nas últimas 48h.
Ao exame: PA 120 X 80 mmHg; FC 118 bpm; FR 34 irpm. Exames: HGT 480mg/dL; pH 7,18 / pCO2 26; pO2 82; HCO3 8; BE – 14; SatO2 93%; Ureia 100; Creatinina 1,8; Cloro 100; Na 130; K 4,0; EAS com cetonúria.
Sobre a condição apresentada por esse paciente, é correto afirmar que:
Jovem de 32 anos procura o hospital para investigação de fraqueza progressiva de membros inferiores que teve início há 1 semana; no momento, com discreto desconforto respiratório. Nega febre ou alterações esfincterianas. Ao exame, taquipnéico, paraparesia simétrica de membros inferiores, com arreflexia, sem alterações sensitivas. Restante do exame normal. Punção liquórica revela dissociação albumino-citológica.
Diante do quadro clínico apresentado pelo paciente, o diagnóstico mais provável é:
Mulher de 62 anos, em investigação de queixas frequentes de “engasgos”, regurgitação nasal e pneumonia de repetição.
O tipo de disfagia mais provável no caso dessa paciente e as suas possíveis causas são:
Homem de 38 anos apresenta história de diarreia com sangue e pus, dor abominal, febre e emagrecimento há 3 meses. Indicada colonoscopia que revela ileíte e colite acentuadas, com acometimento salteado da mucosa, áreas de estenose e pseudopólipos.
O diagnóstico mais provável para esse paciente e o marcador sorológico mais característico dessa doença são:
Mulher de 40 anos, passando por período de grande estresse emocional, apresenta sintomas de pirose, tosse e rouquidão. Indicada endoscopia digestiva alta, que não é conclusiva.
Na hipótese de doença do refluxo gastroesofágico, o exame mais útil para o diagnóstico dessa paciente é: