Uma senhora de 54 anos chega ao posto médico com queixa de, há cerca de 10 (dez) minutos, ter apresentado um quadro de início súbito, caracterizado por dificuldade para falar, queda facial de um lado, quando sorri, e debilidade de um dos braços. Medidas que devem ser tomadas pela equipe de atendimento inicial, até que a paciente seja levada a um pronto-socorro especializado:
Causa mais freqüente de obstrução das vias aéreas superiores no paciente inconsciente em decúbito dorsal horizontal e tratamento inicial mais adequado:
A intubação traqueal é um procedimento invasivo que, quando bem indicado e executado, na emergência, traz muitos benefícios. Permite, por exemplo, o controle das vias aéreas, protegendo-as de broncoaspiração e facilita a ventilação e a eventual necessidade de aspiração da traquéia. É comum que, após a intubação correta, seja feita hiperventilação agressiva. A respeito desta hiperventilação, pode-se afirmar que
Durante o atendimento a um paciente adulto com crise convulsiva tônico-clônica generalizada, deve-se afastar objetos perigosos para que não caiam sobre o paciente, proteger a cabeça para evitar traumatismo craniano, manter o paciente em decúbito lateral, na medida do possível, e oferecer oxigênio. Se mesmo assim a crise persistir, das drogas abaixo, a melhor indicação inicial é utilizar
Você está realizando a cobertura médica de uma maratona e é solicitado para atender um homem de 55 anos que estava correndo sua primeira maratona e desmaiou após ter percorrido 30 (trinta) quilômetros. Na realização da análise primária com o auxílio de um DEA (desfibrilador externo automático), foi identificado o ritmo de FV (fibrilação ventricular). Após um choque, foi recuperado o ritmo de perfusão que, porém, não se mantém, retornando a FV. Foi iniciada a reanimação avançada. Após novo choque, o paciente apresenta-se inconsciente, taquicárdico (freqüência cardíaca: 140 batimentos por minuto) e hipotenso (pressão arterial: 80/50 mmHg). Ação mais apropriada para evitar que a FV se repita:
Um homem de 60 anos de idade, com história de insuficiência cardíaca em tratamento, queixa-se de malestar inespecífico, que melhora com o uso de nitroglicerina sublingual (SL). Mesmo assim, é levado ao posto médico, onde são verificados os sinais vitais: pressão arterial: 100/60 mmHg, freqüência cardíaca: 150 batimentos por minuto (bpm). No traçado do eletrocardiograma (ECG) identifica-se uma taquicardia de complexo largo. O paciente tem um ECG anterior com bloqueio de ramo esquerdo (BRE). É impossível determinar se a taquicardia tem origem supraventricular ou ventricular. Medicação inicial mais apropriada:
É freqüente o atendimento a pacientes com pressão arterial baixa. É necessário identificar se o paciente apresenta hipoperfusão celular e oferta de oxigênio inadequada para a demanda metabólica existente, ou seja, se está em choque. Considerando os sinais clínicos de hipoperfusão, insuficiência cardíaca congestiva e edema agudo de pulmão, o médico deve sempre tentar identificar e corrigir as causas envolvidas. Assim, no paciente hipotenso sem história de trauma, após realizar o ABC primário, administrar oxigênio, instalar monitor cardíaco e de pressão arterial e obter acesso venoso, deve-se
Uma senhora traz sua filha de 2 (dois) anos de idade até você e queixa-se de que ela tem febre há 2 (dois) dias, está extremamente irritada, chorosa e que hoje apresentou manchas na pele. Ao exame, a criança está consciente, com extremidades frias, tempo de enchimento capilar prolongado, freqüência cardíaca de 160 bpm, freqüência respiratória de 45 ventilações por minuto e pressão arterial de 82/46 mmHg. Analisando a condição cardiovascular da criança, pode-se dizer que o quadro é de
Você está atendendo uma menina de 7 (sete) anos de idade que é portadora de asma e, após brincar com um gato 3 (três) horas atrás, apresenta-se com dificuldade aguda para respirar, com piora súbita. Encontra-se na posição ereta, com dificuldade de falar e tem retração da musculatura intercostal e supra-esternal durante a inspiração. Tem sibilância durante a exalação, freqüência cardíaca de 144 bpm e freqüência respiratória de 36 ventilações por minuto. Os pulsos distais são fracos, sendo que o pulso radial aparece e desaparece de uma maneira um tanto rítmica. Melhor tratamento inicial:
Você foi solicitado para realizar a transferência de uma criança de 5 (cinco) anos de idade que apresentou insuficiência respiratória aguda por crise de asma. Está intubada em ventilação mecânica e com um acesso venoso em membro superior esquerdo, recebendo hidratação e sedação. Durante o transporte, a criança começa a agitar-se e, de repente, fica cianótica e bradicárdica. A solução endovenosa deixou de correr. Você imediatamente inicia ventilação manual com FiO2 a 100%. A cor e a freqüência cardíaca da criança melhoram um pouco e, com o reposicionamento do braço, a sedação volta a correr. Na ausculta torácica, você nota que o murmúrio vesicular está presente bilateralmente, mas diminuído à esquerda. A expansibilidade também é menor à esquerda. A traquéia es...