Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forr...
Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de instabilidade hemodinâmica após vários episódios de hematêmese. O paciente estava descorado + a ++/4+, com pressão arterial (PA) em posição ortostática de 70 mmHg × 40 mmHg e em posição supina de 90 mmHg × 60 mmHg, e frequência cardíaca (FC) de 95 bpm em posição ortostática e de 80 bpm em posição supina. Estava fazendo uso de diclofenaco sódico havia oito dias, na dose de 150 mg/dia após ter sido submetido à imobilização de fratura em tíbia esquerda. A dosagem sérica de hemoglobina do paciente foi de 7 g/dL. Após ressuscitação hemodinâmica com retorno dos níveis de PA e FC aos valores normais, o paciente foi submetido à videoendoscopia digestiva alta, que identificou úlcera com sangramento ativo, de 15 mm de diâmetro, e Forr...
Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
Com referência a esse caso clínico e considerand...
Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
Com referência a esse caso clínico e considerand...
Um paciente deu entrada no serviço de emergência com quadro de dor abdominal iniciada havia vinte e quatro horas, com início difuso, e posterior localização na fossa ilíaca direita. No exame do abdome, observou-se descompressão brusca dolorosa franca na fossa ilíaca direita, sendo indicada videolaparoscopia. Identificou-se a presença de apêndice com tumoração de 1,5 cm, localizado na base e extremidade do apêndice rota, com pequena coleção associada. Foram realizadas a apendicectomia videolaparoscópica e a drenagem da cavidade com dreno de Penrose. O resultado do exame histopatológico evidenciou tumor carcinoide de apêndice com quadro de apendicite associado. O paciente teve alta hospitalar no terceiro dia de pós-operatório.
Com referência a esse caso clínico e considerand...
Uma paciente de setenta e seis anos de idade foi encaminhada a um ambulatório para avaliação de palpitações que a incomodam há seis meses e que estavam se tornando mais frequentes e prolongadas. Essas palpitações não eram acompanhadas de síncope, dor torácica, dispneia, cansaço ou tontura. A paciente tinha antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e doença arterial crônica estável controlada com tratamento clínico. Atualmente, faz uso de anlodipino e ácido acetilsalicílico. Ao exame físico, apresentou bom estado geral, com ritmo cardíaco regular, em dois tempos, com bulhas normofonéticas e sem sopros; o restante do exame físico não apresentou alterações relevantes. Os resultados do eletrocardiograma e dos exames laboratoriais foram normais. O ecocardiograma demonstrou função ventri...
Uma paciente de setenta e seis anos de idade foi encaminhada a um ambulatório para avaliação de palpitações que a incomodam há seis meses e que estavam se tornando mais frequentes e prolongadas. Essas palpitações não eram acompanhadas de síncope, dor torácica, dispneia, cansaço ou tontura. A paciente tinha antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e doença arterial crônica estável controlada com tratamento clínico. Atualmente, faz uso de anlodipino e ácido acetilsalicílico. Ao exame físico, apresentou bom estado geral, com ritmo cardíaco regular, em dois tempos, com bulhas normofonéticas e sem sopros; o restante do exame físico não apresentou alterações relevantes. Os resultados do eletrocardiograma e dos exames laboratoriais foram normais. O ecocardiograma demonstrou função ventri...