Um homem com 58 anos de idade, foi atendido no pronto-socorro devido a dor torácica retroesternal intensa, iniciada há 8 horas com sensação de algo rasgando. Relatou ser portador de hipertensão arterial sistêmica, em uso regular de hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. O exame clínico mostrou paciente agitado, com fácies de dor intensa, palidez cutânea e sudorese profusa. A pressão arterial era de 240 mmHg × 150 mmHg, a freqüência cardíaca de 110 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, com 4.ª bulha, sem sopros; havia, ainda, assimetria de pulsos radiais e braquiais (esquerdos mais amplos que os direitos); os pulmões estavam limpos, sem outras anormalidades. O eletrocardiograma mostrou taquicardia sinusal, SÂQRS a !20º, sobrecarga do átrio e ventrículo esquerdos e alteraçõ...
Um homem com 58 anos de idade, foi atendido no pronto-socorro devido a dor torácica retroesternal intensa, iniciada há 8 horas com sensação de algo rasgando. Relatou ser portador de hipertensão arterial sistêmica, em uso regular de hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. O exame clínico mostrou paciente agitado, com fácies de dor intensa, palidez cutânea e sudorese profusa. A pressão arterial era de 240 mmHg × 150 mmHg, a freqüência cardíaca de 110 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, com 4.ª bulha, sem sopros; havia, ainda, assimetria de pulsos radiais e braquiais (esquerdos mais amplos que os direitos); os pulmões estavam limpos, sem outras anormalidades. O eletrocardiograma mostrou taquicardia sinusal, SÂQRS a !20º, sobrecarga do átrio e ventrículo esquerdos e alteraçõ...
Um homem com 58 anos de idade, foi atendido no pronto-socorro devido a dor torácica retroesternal intensa, iniciada há 8 horas com sensação de algo rasgando. Relatou ser portador de hipertensão arterial sistêmica, em uso regular de hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. O exame clínico mostrou paciente agitado, com fácies de dor intensa, palidez cutânea e sudorese profusa. A pressão arterial era de 240 mmHg × 150 mmHg, a freqüência cardíaca de 110 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, com 4.ª bulha, sem sopros; havia, ainda, assimetria de pulsos radiais e braquiais (esquerdos mais amplos que os direitos); os pulmões estavam limpos, sem outras anormalidades. O eletrocardiograma mostrou taquicardia sinusal, SÂQRS a !20º, sobrecarga do átrio e ventrículo esquerdos e alteraçõ...
Um homem com 58 anos de idade, foi atendido no pronto-socorro devido a dor torácica retroesternal intensa, iniciada há 8 horas com sensação de algo rasgando. Relatou ser portador de hipertensão arterial sistêmica, em uso regular de hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. O exame clínico mostrou paciente agitado, com fácies de dor intensa, palidez cutânea e sudorese profusa. A pressão arterial era de 240 mmHg × 150 mmHg, a freqüência cardíaca de 110 bpm, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, com 4.ª bulha, sem sopros; havia, ainda, assimetria de pulsos radiais e braquiais (esquerdos mais amplos que os direitos); os pulmões estavam limpos, sem outras anormalidades. O eletrocardiograma mostrou taquicardia sinusal, SÂQRS a !20º, sobrecarga do átrio e ventrículo esquerdos e alteraçõ...
Apesar dos avanços alcançados no tratamento de pacientes com síndromes coronarianas agudas, ainda não foi verificada uma diminuição realmente significativa na incidência de choque cardiogênico. Com relação a esse tema, julgue os próximos itens.
São exemplos de fatores de risco associados ao desenvolvimento de choque cardiogênico: idade avançada, nível da pressão arterial sistólica e da freqüência cardíaca no momento da admissão e a classe funcional segundo Killip.
Apesar dos avanços alcançados no tratamento de pacientes com síndromes coronarianas agudas, ainda não foi verificada uma diminuição realmente significativa na incidência de choque cardiogênico. Com relação a esse tema, julgue os próximos itens.
O balão intra-aórtico, usado no tratamento da referida emergência cardiológica, promove aumento da pressão arterial diastólica na raiz da aorta, melhorando a circulação coronariana, e, durante a sístole ventricular, reduz a impedância à ejeção do ventrículo esquerdo, o que diminui a pós-carga de trabalho cardíaco.
Pedro, de 38 anos de idade, procurou atendimento médico apresentando queixas de dispnéia aos esforços, fadiga, aumento do volume abdominal e inchaço nas pernas, que vem ocorrendo há cerca de 6 meses. A avaliação clínica criteriosa do paciente, complementada por exames laboratoriais e de imagem, indicou o diagnóstico de pericardite constritiva.
Considerando que seja realizado um cateterismo cardíaco nesse paciente, assinale a opção que indica o achado que pode ocorrer durante a realização da oximetria e(ou) da manometria cardíacas.
As causas de pericardite constritiva incluem
I tuberculose pericárdica.
II pericardite viral.
III pós-radioterapia torácica.
IV trauma torácico (com hemopericárdio).
V cirurgia cardíaca.
A quantidade de itens certos é igual a
Os achados semiológicos que costumam decorrer de pericardite constritiva não incluem o
Texto para questões 34 e 35
Um paciente de 45 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica essencial, foi submetido durante a avaliação ambulatorial, a um ecodopplercardiograma que, em resumo, mostrou câmaras cardíacas com dimensões normais, hipertrofia moderada do ventrículo esquerdo, fração de ejeção do ventrículo esquerdo igual a 60%. No Doppler, verificou-se um fluxo diastólico transmitral com velocidade de pico da onda A maior do que da onda E (com uma relação onda E/onda A menor do que 1,0).
Do ponto de vista ecodopplercardiográfico, a onda A do fluxo diastólico transmitral observada no exame do paciente descrito na situação hipo...