Quanto aos cuidados de pacientes hipertensos em UTI, julgue os próximos itens.
O miocárdio é mais sensível à isquemia decorrente de hipotensão que o tecido cerebral, uma vez que o cérebro possui um sistema muito eficiente de auto-regulação.
Quanto aos cuidados de pacientes hipertensos em UTI, julgue os próximos itens.
O miocárdio é mais sensível à isquemia decorrente de hipotensão que o tecido cerebral, uma vez que o cérebro possui um sistema muito eficiente de auto-regulação.
Quanto aos cuidados de pacientes hipertensos em UTI, julgue os próximos itens.
Caso um senhor com 68 anos de idade seja transferido do pronto-socorro de um hospital com história de hemiparesia à esquerda e disfasia há cerca de uma hora, e tomografia computadorizada de crânio sem sinais de hemorragia, e chegue à UTI com pressão arterial sistêmica de 200 mmHg × 130 mmHg, nesse caso, a droga de escolha para controle da pressão deverá ser a verapamil, com aplicação intravenosa.
Um homem de 54 anos de idade, branco, tabagista de 60 maços de cigarro por ano, dislipidêmico, com história de precordialgia típica há 40 minutos, em repouso, apresenta, no eletrocardiograma, infradesnivelamento do segmento ST superior a 3 mm, de V1 a V4, e elevação de troponina I e C KMB.
Em relação ao quadro clínico acima apresentado, julgue os itens subseqüentes.
O cateterismo deve ser realizado, impreterivelmente, em até 90 minutos do início da dor.
Um homem de 54 anos de idade, branco, tabagista de 60 maços de cigarro por ano, dislipidêmico, com história de precordialgia típica há 40 minutos, em repouso, apresenta, no eletrocardiograma, infradesnivelamento do segmento ST superior a 3 mm, de V1 a V4, e elevação de troponina I e C KMB.
Em relação ao quadro clínico acima apresentado, julgue os itens subseqüentes.
A administração dos inibidores IIb/IIIa só deve ser iniciada durante o cateterismo e deve ser mantida por 24 horas após o início.
Um homem de 54 anos de idade, branco, tabagista de 60 maços de cigarro por ano, dislipidêmico, com história de precordialgia típica há 40 minutos, em repouso, apresenta, no eletrocardiograma, infradesnivelamento do segmento ST superior a 3 mm, de V1 a V4, e elevação de troponina I e C KMB.
Em relação ao quadro clínico acima apresentado, julgue os itens subseqüentes.
O paciente será beneficiado com o início precoce da administração de estatinas.
Uma senhora de 77 anos de idade, negra, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica, evoluiu com aumento da secreção pulmonar, agora de aspecto purulento, e piora da dispnéia. Ela foi internada em franca insuficiência respiratória. A gasometria mostrou acidose respiratória não compensada, PaO 2 de 50 mmHg e saturação de O 2 de 77% em ar ambiente.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
A melhor opção de suporte ventilatório é usar a ventilação não-invasiva por trinta minutos e, em seguida, reavaliar a paciente clínica e gasimetricamente.
Uma senhora de 77 anos de idade, negra, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica, evoluiu com aumento da secreção pulmonar, agora de aspecto purulento, e piora da dispnéia. Ela foi internada em franca insuficiência respiratória. A gasometria mostrou acidose respiratória não compensada, PaO 2 de 50 mmHg e saturação de O 2 de 77% em ar ambiente.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Nesse caso, se a paciente apresentasse fibrilação atrial, com freqüência cardíaca média em torno de 100 bpm, sem hipotensão, a ventilação não-invasiva estaria absoluta e definitivamente contra-indicada.
Uma senhora de 77 anos de idade, negra, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica, evoluiu com aumento da secreção pulmonar, agora de aspecto purulento, e piora da dispnéia. Ela foi internada em franca insuficiência respiratória. A gasometria mostrou acidose respiratória não compensada, PaO 2 de 50 mmHg e saturação de O 2 de 77% em ar ambiente.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Se a paciente evoluir com necessidade de ventilação mecânica invasiva, a pressão positiva no final da expiração (PEEP) deve ser inferior a 3 cmH 2 O, devido ao risco de piorar a hiperinsuflação pulmonar.
Uma senhora de 77 anos de idade, negra, com diagnóstico prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica, evoluiu com aumento da secreção pulmonar, agora de aspecto purulento, e piora da dispnéia. Ela foi internada em franca insuficiência respiratória. A gasometria mostrou acidose respiratória não compensada, PaO 2 de 50 mmHg e saturação de O 2 de 77% em ar ambiente.
Com referência a esse quadro clínico, julgue os itens que se seguem.
Para se evitar que ocorra PEEP intrínseco, é necessário um tempo expiratório mais prolongado. Para isso, podem ser necessários fluxos inspiratórios mais elevados.
Com relação à ventilação mecânica na síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), julgue os itens a seguir.
O uso de baixos volumes correntes, em torno de 6 mL/kg, reduz a mortalidade de pacientes com SARA.