Quanto a pólipos gástricos e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), julgue os seguintes itens.
Pólipos de glândulas fúndicas geralmente são lesões múltiplas, sésseis e associadas à infecção por Helicobacter pylori.
Quanto a pólipos gástricos e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), julgue os seguintes itens.
Pólipos de glândulas fúndicas geralmente são lesões múltiplas, sésseis e associadas à infecção por Helicobacter pylori.
Quanto a pólipos gástricos e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), julgue os seguintes itens.
A CPRE pode ser indicada como método diagnóstico em situações de dor abdominal sem causa esclarecida, perda de peso inexplicável, ascite inespecífica ou varizes gástricas sem causa aparente.
Quanto a pólipos gástricos e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), julgue os seguintes itens.
A CPRE é dispensável nos casos de coledocolitíase associada à colangite aguda, principalmente se o cálculo for maior que 8 mm e localizado na via biliar extra-hepática proximal.
Em caso de câncer de esôfago, a ultrassonografia endoscópica possibilita avaliar a invasão da parede do esôfago e realizar a biópsia de linfonodos periesofagianos sob suspeita.
Não há sentido em realizar ecoendoscopia para o diagnóstico de lesão gástrica ulcerada, pois o câncer ulcerado e a úlcera péptica são indistinguíveis à ecoendoscopia.
A ecoendoscopia não traz benefícios para a avaliação de pregas gástricas espessadas, também chamadas de gastrite hiperplásica pelo sistema Sidney.
A presença de resíduos no suco gástrico compromete a qualidade do exame de ecoendoscopia do estômago, sendo indicadas, nesse caso, a aspiração de todo o conteúdo gástrico e a troca da água introduzida.
Hoje, a ecoendoscopia é essencial para o diagnóstico de câncer gástrico avançado, porém, não permite avaliação de metástases linfonodais ou de pulmão.
No Brasil, o câncer de esôfago figura entre os dez mais incidentes (6.º entre os homens e 9.º entre as mulheres), segundo classificação do Ministério da Saúde e do INCA. Com relação a esse tipo de câncer, julgue os próximos itens.
O adenocarcinoma é o tipo histológico mais comum de câncer de esôfago e está associado ao consumo de álcool e ao fumo.
No Brasil, o câncer de esôfago figura entre os dez mais incidentes (6.º entre os homens e 9.º entre as mulheres), segundo classificação do Ministério da Saúde e do INCA. Com relação a esse tipo de câncer, julgue os próximos itens.
Indivíduos que sofrem de acalasia — falta de relaxamento do esfíncter entre o esôfago e o estômago —, refluxo gastroesofágico, síndrome de Plummer-Vinson e esôfago de Barrett têm mais chances de desenvolver tumor de esôfago.