Julgue os itens a seguir, que tratam de documentos médicos.
É vedado ao médico utilizar formulários de instituições públicas para atestar fatos verificados em clínica privada.
Julgue os itens a seguir, que tratam de documentos médicos.
É vedado ao médico utilizar formulários de instituições públicas para atestar fatos verificados em clínica privada.
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um trabalhador do sexo masculino, com 45 anos de idade, 65 kg e 170 cm de altura, apresenta o seguinte quadro clínico: hipertensão arterial, com pressão diastólica de 105 mmHg; massa ventricular esquerda de 180 g/m; disfunção ventricular esquerda sistólica, com fração de ejeção de 0,37; sente-se bem em repouso, mas apresenta fadiga, dispneia, palpitações e angina pectoris aos pequenos esforços. Esse paciente trabalha como operador de máquinas de grande porte, em uma indústria da iniciativa privada. Nos últimos meses, em decorrência do agravamento do quadro, não tem conseguido trabalhar normalmente e seu salário tem estado muito abaixo da média dos valores recebidos por seus colegas de trabalho. Por esse motivo, e...
Um pintor de paredes, que necessita elevar os membros superiores acima da cabeça de forma repetitiva, apresenta o seguinte quadro clínico: dor nos ombros ao elevar os membros superiores, com irradiação para a face lateral do braço bilateralmente; e redução na força de rotação externa e abdução dos membros superiores.
Com base nesse quadro clínico, julgue os próximos itens.
O quadro clínico descrito sugere que esse paciente apresenta síndrome complexa de dor regional.
Um pintor de paredes, que necessita elevar os membros superiores acima da cabeça de forma repetitiva, apresenta o seguinte quadro clínico: dor nos ombros ao elevar os membros superiores, com irradiação para a face lateral do braço bilateralmente; e redução na força de rotação externa e abdução dos membros superiores.
Com base nesse quadro clínico, julgue os próximos itens.
Um dos diagnósticos que devem ser pesquisados nesse paciente é a síndrome do impacto, que consiste em lesão do tendão supraespinhal e da bursa subacromial subdeltoidea por compressão entre a cabeça do úmero e o arco coracoacromial.