Considere a seguinte situação hipotética.
Ao ser comunicado de chamada para o SAMU para o atendimento de paciente de 23 anos, o médico regulador foi informado de que o paciente tinha diagnóstico prévio de epilepsia, havia suspendido a medicação por conta própria e já tinha apresentado quatro episódios de crises convulsivas, sem recobrar a consciência entre as crises e após a última. Nessa situação, o médico regulador deve considerar a hipótese de estado de mal epiléptico e enviar uma ambulância do tipo A para o atendimento.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um paciente de 35 anos de idade e com diagnóstico prévio de doença de Chagas procurou atendimento médico relatando parada de eliminação de gases e fezes há quatro dias, associada a aparecimento de dor abdominal difusa em cólica e distensão abdominal. O exame do abdome mostrou abdome distendido, com aumento dos ruídos hidroaéreos, sem sinais de irritação peritoneal. Na radiografia simples do abdome, foi evidenciada alça de intestino grosso repleta de ar e em formato de feijão. Nessa situação, a principal hipótese diagnóstica é a obstrução intestinal por vólvulo do ceco.
Considere a seguinte situação hipotética.
Após acidente automobilístico, um jovem de 15 anos de idade foi levado ao pronto-socorro em decorrência de traumatismo craniencefálico (TCE), sendo verificado o seguinte quadro clínico: ausência de abertura ocular espontânea; resposta aos comandos verbais com palavras inapropriadas; resposta motora com padrão extensor à estimulação álgica do esterno. Nessa situação, conforme a escala de coma de Glasgow, o TCE do paciente pode ser classificado como moderado.