1621
Q691689
Acerca do abdome agudo, julgue os próximos itens. A pancreatite aguda edematosa é a forma mais comum de abdome agudo cirúrgico.
1622
Q691688
Acerca do abdome agudo, julgue os próximos itens. A causa mais comum de pancreatite aguda edematosa é a intoxicação alcoólica.
1623
Q691605
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas reconstruções das gastrectomias parciais, as anastomoses a Billroth II podem provocar refluxo biliodigestivo, que pode ser prevenido associando-se a essa técnica um desvio do fluxo da bile, como a anastomose de Braun ou a anastomose em Y-de-Roux.
1624
Q691604
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Nas gastrectomias totais, a reconstrução do trânsito intestinal é feita através de anastomoses esôfago-jejunal término-terminal ou término-lateral sem desvios da alça biliodigestiva.
1625
Q691603
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. A gastrectomia parcial com reconstrução a Billroth I é realizada unindo-se o duodeno com o coto gástrico por meio de uma anastomose término-terminal.
1626
Q691602
Nos casos em que é necessária a gastrectomia total ou parcial, a reconstrução do trânsito gastrointestinal é realizada usando-se o esôfago distal ou o coto gástrico remanescente e alguma porção do intestino delgado. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir. Na gastrectomia parcial com reconstrução a Billroth II, podem-se utilizar as anastomoses do coto gástrico com a parte proximal do jejuno com aproximações término-laterais oralis totalis ou Reichel-Pólya, como também oralis parcialis, conhecida também como Hofmeister-Finsterer.
1627
Q691601
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. A escolha do tipo de tratamento cirúrgico depende da localização e da extensão do tumor e da existência de invasão da submucosa, mas não do acometimento das estruturas adjacentes.
1628
Q691600
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Os índices de complicações pós-operatórias são similares em relação às diversas técnicas utilizadas para a esofagectomia, sejam feitas por via abdominal, torácica ou associadas.
1629
Q691599
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. A linfadenectomia não é comprometida nas técnicas utilizadas para a esofagectomia, seja ela transiatal, transtorácica de Ivor-Lewis ou tri-incisional — abdome, tórax e cervical.
1630
Q691598
O tratamento do câncer de esôfago tem mudado nos últimos anos. O que antes era de conduta praticamente cirúrgica exclusiva, atualmente pode ser associado a um tratamento adjuvante ou neoadjuvante. Considerando essas informações e os múltiplos aspectos a elas relacionados, julgue os seguintes itens. Em pacientes com doença irressecável ou avançada, pode-se usar a braquiterapia intraluminal exclusiva para a paliação, havendo melhora da disfagia na maioria desses pacientes.