Na imitanciometria,
a curva do tipo C apresenta pico máximo situado na zona de pressões negativas, o que caracteriza disfunção da tuba auditiva.
Na imitanciometria,
a curva do tipo C apresenta pico máximo situado na zona de pressões negativas, o que caracteriza disfunção da tuba auditiva.
Na imitanciometria,
a curva do tipo B apresenta deslocamento contínuo para as zonas negativas, que não formam o pico máximo típico de otosclerose.
Na imitanciometria,
a presença de reflexos ipsolaterais e a ausência de contralaterais são sinais de lesão de tronco encefálico.
Na imitanciometria,
a curva do tipo A é considerada normal.
Na imitanciometria,
a curva do tipo As – semelhante à normal, porém com menor volume – traduz um aumento da rigidez do sistema, típico das disjunções de cadeia ossicular.
Na imitanciometria,
a curva do tipo Ad – semelhante à normal, porém com maior volume – traduz uma flacidez do sistema, analogamente ao que ocorre nas otites médias serosas.
A respeito da perda auditiva induzida por ruído (PAIRO), julgue os itens subsecutivos.
Intensidade sonora de 65 dBNA é considerada, de um modo geral, como potencialmente lesiva.
A respeito da perda auditiva induzida por ruído (PAIRO), julgue os itens subsecutivos.
A PAIRO, segunda maior causa de disacusia neurossensorial, é, na maioria das vezes, reversível.
Acerca de câncer da laringe, julgue os itens que se seguem.
Pacientes com tumores supraglóticos sofrem de disfagia e(ou) odinofagia, não apresentando inicialmente alterações vocais.
Acerca de câncer da laringe, julgue os itens que se seguem.
Pacientes com tumores glóticos T1a localizados no terço médio das pregas vocais apresentam resultados de cura equivalentes, próximos de 100%, mediante a realização de radioterapia e ou cirurgia.