Com relação à hepatite D (delta), julgue os itens subsequentes.
É causada por um vírus da família Deltaviridae, um vírus DNA incompleto, que necessita do antígeno de superfície do vírus da hepatite A para sua transmissão e replicação.
Com relação à hepatite D (delta), julgue os itens subsequentes.
É causada por um vírus da família Deltaviridae, um vírus DNA incompleto, que necessita do antígeno de superfície do vírus da hepatite A para sua transmissão e replicação.
Com relação à hepatite D (delta), julgue os itens subsequentes.
Em conformidade com as recentes evidências científicas, a hepatite delta aguda deve ser tratada com lamivudina, um potente inibidor da replicação do vírus, que evita a evolução da doença para a sua forma crônica.
Acerca da intoxicação exógena por organofosforado, julgue o item abaixo.
Em decorrência da ação anticolinérgica reversível desse veneno, o paciente pode apresentar como manifestações muscarínicas taquicardia, hipertensão, fasciculações, câimbras, hipoventilação e coma.
A respeito de lúpus eritematoso sistêmico e seus diagnósticos diferenciais, julgue os itens seguintes.
Em pacientes com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, a dosagem de complemento plasmático e do anticorpo anti-Sm são importantes para o acompanhamento da doença, pois são parâmetros utilizados para indicar atividade ou remissão.
A respeito de lúpus eritematoso sistêmico e seus diagnósticos diferenciais, julgue os itens seguintes.
A utilização de corticoide sistêmico no tratamento de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico com comprometimento neurológico é contraindicada pela possibilidade de o paciente desenvolver psicose associada ao corticoide, mimetizando algumas manifestações de comprometimento do sistema nervoso central.
Uma senhora de oitenta e seis anos de idade, com diagnóstico prévio de demência vascular, foi internada para tratamento de pneumonia. Durante a internação, apesar da melhora do quadro infeccioso com o esquema de antibiótico introduzido, a senhora desenvolveu quadro de delirium e de incontinência urinária.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Habitualmente o volume de distribuição de drogas está alterado em idosos, com aumento da meia-vida de drogas lipossulóveis, em consequência do aumento da gordura corpórea.
Uma senhora de oitenta e seis anos de idade, com diagnóstico prévio de demência vascular, foi internada para tratamento de pneumonia. Durante a internação, apesar da melhora do quadro infeccioso com o esquema de antibiótico introduzido, a senhora desenvolveu quadro de delirium e de incontinência urinária.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O delirium é um fator de risco para incontinência urinária em idosos.
Considere um paciente de sessenta e cinco anos de idade, do sexo masculino, tabagista, que, em média, fez uso de 40 anosmaço. O paciente, já aposentado, trabalhou em uma mina de amianto. Esse paciente recebeu o diagnóstico de DPOC e foi observada a presença de placas pleurais, sendo submetido a exame para a investigação de massa em lobo superior direito. Após biópsia transtorácica, foi diagnosticado carcinoma espinocelular.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
O risco desse paciente desenvolver uma neoplasia maligna de pulmão aumenta em mais de cinquenta vezes, pela associação do tabagismo com a exposição ocupacional citada.
Considere um paciente de sessenta e cinco anos de idade, do sexo masculino, tabagista, que, em média, fez uso de 40 anosmaço. O paciente, já aposentado, trabalhou em uma mina de amianto. Esse paciente recebeu o diagnóstico de DPOC e foi observada a presença de placas pleurais, sendo submetido a exame para a investigação de massa em lobo superior direito. Após biópsia transtorácica, foi diagnosticado carcinoma espinocelular.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Em pacientes com DPOC, a prova de função pulmonar tem tipicamente um padrão obstrutivo que reverte completamente após uso de medicação broncodilatadora.Uma paciente de quarenta anos de idade apresenta queixa de diplopia, ptose palpebral mais intensa à esquerda e fadiga muscular, ao realizar esforços maiores como subir escadas. Após investigação com eletromiografia e dosagem de anticorpos anti acetilcolina, a paciente recebeu diagnóstico de miastenia gravis.
Com referência a esse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
A melhor opção no caso em tela é iniciar corticoide ambulatorialmente e programar revisão clínica para quinze dias após o primeiro atendimento, em razão do risco de fraqueza muscular associada a essa medicação.