Uma mulher de 64 anos de idade, tabagista de longa data, com quadro de tosse, dor e desconforto respiratório após viagem de carro de longa duração, recusou-se a realizar angiotomografia do tórax, por ter histórico de alergia a iodo. Após ter realizado raio X de tórax, que não demonstrou alterações relevantes, foi submetida a cintilografia de perfusão/inalação pulmonar, que evidenciou múltiplos defeitos perfusionais segmentares e subsegmentares em ambos os pulmões e significativa retenção do conteúdo inalado em brônquios principais.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O acréscimo da técnica SPECT/CT no caso em questão não acrescentaria informações relevantes para o diagnóstico.Paciente do sexo feminino, trinta e quatro anos de idade, casada, advogada, mora com o esposo e os filhos, um com oito anos de idade e outro com seis anos de idade, tem fé em Deus, mas não tem religião. Essa paciente apresentou três crises convulsivas e foi diagnosticada com câncer de mama e metástases cerebrais. O oncologista então encaminhou a paciente para acompanhamento conjunto com o paliativista. Com a evolução da doença, a paciente apresentou crises de soluço por mais de setenta e duas horas (definido como soluços persistentes), além de náuseas e vômitos de difícil controle e não estava conseguindo manter a via oral. O oncologista definiu cuidados paliativos exclusivos e solicitou ao colega paliativista que comunicasse a decisão à paciente e aos familiares. A paciente...
Um lactente, com cinco meses de idade, com coriza hialina, tosse seca e febre baixa havia quatro dias foi levado ao pronto-socorro por sua mãe devido à piora do quadro nas últimas vinte e quatro horas, quando a criança passou a apresentar cansaço e chiado no peito. A mãe relatou infecções de vias aéreas altas em outros familiares que convivem com a criança. O lactente nasceu de parto cesárea, a termo, com baixo peso e foi amamentado no seio materno até os quatro meses de idade. A mãe negou outras doenças. O cartão vacinal está atualizado. Ao exame físico, o bebê estava gemente, afebril, com boa perfusão periférica. Em relação ao aparelho respiratório, foram observados tiragens intercostais, retração subcostal e batimento de aletas nasais. A ausculta revelou roncos, estertore...
Um lactente, com cinco meses de idade, com coriza hialina, tosse seca e febre baixa havia quatro dias foi levado ao pronto-socorro por sua mãe devido à piora do quadro nas últimas vinte e quatro horas, quando a criança passou a apresentar cansaço e chiado no peito. A mãe relatou infecções de vias aéreas altas em outros familiares que convivem com a criança. O lactente nasceu de parto cesárea, a termo, com baixo peso e foi amamentado no seio materno até os quatro meses de idade. A mãe negou outras doenças. O cartão vacinal está atualizado. Ao exame físico, o bebê estava gemente, afebril, com boa perfusão periférica. Em relação ao aparelho respiratório, foram observados tiragens intercostais, retração subcostal e batimento de aletas nasais. A ausculta revelou roncos, estertore...