No tratamento farmacológico da ansiedade nos idosos com demência, a escolha do medicamento recai sobre:
No prognóstico da esquizofrenia, encontramos as situações abaixo, EXCETO:
Um paciente é levado ao pronto socorro, por policiais que solicitam a internação em virtude de estar perambulando na rua, entre os carros. É usuário compulsivo de crack, apresentando sintomas psicóticos e verbaliza não querer ser internado. Os familiares desistiram do tratamento por achar que “não tinha mais jeito”. Entretanto, alguns parentes mais distantes, primos, se opõem à internação. O médico determina a internação a contragosto da família, após fazer um boletim de ocorrência policial (BO) e solicitar uma autorização judicial.
Uma jovem de 22 anos, obesa desde criança (atualmente com IMC=32), sentiase triste e impotente em relação ao seu peso. Por indicação de seu endocrinologista, iniciou uso de femproporex 20mg/d, há 03 semanas. Notou há 10 dias, desânimo, labilidade emocional e anedonia. Refere também dificuldade de raciocínio e concentração, além de insônia e diminuição da libido. Qual a hipótese diagnóstica e a conduta indicada para o caso?
Uma alteração de conduta, comum no retardo mental, é:
Uma senhora de 65 anos, viúva há 04 meses, passou a referir desânimo e pessimismo, além de dificuldade em tomar decisões relativamente simples. Conta que perdeu o prazer em fazer coisas que antes a interessavam, como lazer e trabalho doméstico. Passou a se isolar em casa. Emagreceu 08 kg desde a viuvez. Apesar de não dormir bem à noite, passava o dia dormindo. Mas o que mais a incomodasão as dores generalizadas, inclusive cefaléia. Assinale dentre os medicamentos abaixo, qual é o mais indicado:
Uma mulher de 45 anos evita contatos pessoais há mais de 30 anos. Sempre foi considerada tímida e esquiva, com grande ansiedade antecipatória quando precisa sair de casa. Já teve vários episódios de pânico com agorafobia. Descobriu que um benzodiazepínico (lorazepan) que a mãe tomava ajudavaa a controlar a ansiedade e a reduzir os outros sintomas. Começou tomando 02mg/dia. Há cinco anos, usava 08 mg/d. Atualmente, faz busca ativa do mesmo; e chega a consumir 16mg num único dia. Mas mal consegue dormir. Qual a conduta indicada para ela?
Uma paciente de 80 anos tem diagnóstico de demência há 05 anos. Há 06 meses, passou a recusar alimentos, com suspeita de que estaria sendo envenenada pela enfermagem. Gradualmente passou a ficar hostil e agressiva. À noite, passou a referir vultos ameaçadores no quarto. O médico assistente prescreveu haloperidol 01mg ao dia, aumentando gradualmente, até chegar a 03 mg ao dia, há 02 meses. A paciente melhorou dos sintomas descritos, mas há 15 dias, não consegue mais engolir nem água, apresenta sialorréia, inquietação psicomotora, marcha em bloco e festinante, com tremores de extremidades. Qual é a conduta mais adequada?
Um garoto de 10 anos foi trazido para avaliação pela mãe porque havia um longo histórico de reclamações escolares: “ não presta atenção” ; “ metese em tudo, sem ser chamado” , “ não adianta elogiar nem criticar; ele não muda!” . Tinha movimentos impulsivos e pouca destreza, e acabava tendo fama de “ estabanado” , “ desastrado” ou “ descoordenado” porque quebrava objetos, sem querer. Depois ficava mal e “ sem graça” . A mãe ficava incomodada porque ele tinha umas crises de “ birra” , em público. O médico prescreveu metilfenidato 20mg ao dia. Após cerca de 06 dias de uso da medicação, o paciente ficou mais agitado, com auto e heteroagressividade, dizia coisas sem nexo, o pensamento ora era acelerado, ora tinha períodos de confusão mental (que variava ao lon...
Um jovem de 20 anos teve uma crise súbita, de falta de ar e taquicardia intensas, sem situação prodrômica de preocupação (ou de ansiedade), associada a sintomas autonômicos, como rubor facial e parestesia. Diz que, durante a crise, teria tido muito medo, sensação de enlouquecer e despersonalização. Qual a conduta investigatória mais adequada, visando o diagnóstico do caso e seu tratamento etiológico?