Com relação a um paciente com diagnóstico de tromboembolia pulmonar, pode-se afirmar:
Para a saúde pública, é de suma importância determinar o número de indivíduos doentes que correspondem à real prevalência da DPOC na comunidade. O diagnóstico dessa doença deve ser considerado para qualquer indivíduo com tosse, expectoração, dispneia e/ou histórico de exposição a fatores de risco. A espirometria deve ser considerada na definição diagnóstica dos casos de DPOC visto que outras condições podem apresentar quadro clínico bastante semelhante ao dessa condição, como é o caso da asma, da bronquiectasia e da insuficiência cardíaca. Com relação ao contexto acima, afirma-se:
I. Na bronquiectasia os sinais e sintomas são semelhantes à DPOC, exceto que o volume de expectoração é maior e os achados radiológicos permitem identificar imagens cística...
Um andarilho, magro e com sudorese noturna, procura a unidade de saúde reclamando de tosse seca ora produtiva com expectoração mucosa e eventual hemoptoico. O exame do tórax revela estertores grossos bibasais e um sopro cavitário em região escapular esquerda. Os sinais vitais estão normais. Apresenta tabagismo crônico e relata ter feito, na juventude, tratamento para tuberculose no sanatório da Lapa.
A respeito desse caso, assinale a alternativa CORRETA:
A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e a asma são duas condições mundialmente comuns, que podem coexistir com impactos importantes na saúde. A respeito de ambas as doenças, pode-se afirmar:
A tuberculose ainda é um importante problema de saúde pública no mundo, principalmente nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Sobre esta patologia, podemos afirmar:
I – O PPD é método auxiliar suficiente para o diagnóstico, indicando infecção e não doença.
II – A radiografia deve ser realizada em sintomáticos respiratórios, pois permite a possibilidade de diferenciar a tuberculose de outras patologias pulmonares.
III – Entre todas as formas de tuberculose extra-pulmonar a pleural é a mais frequente.
O Cor Pulmonale crônico é conceituado como a alteração do ventrículo direito direito resultante de doenças que afetem o parênquima pulmonar e/ou sua vasculatura. Sobre esta patologia podemos afirmar:
O uso de beta-agonista de curta duração e/ou ipratrópio, quando necessário, é a orientação terapêutica adequada para o paciente com DPOC no estádio:
Os dados espirométricos compatíveis com o estágio II de doença pulmonar obstrutiva crônica são:
A difusão do monóxido de carbono diminuída associada com espirometria normal é observada em:
Pacientes asmáticos com sintomas diários e contínuos, que necessitam de broncodilatador de alívio duas vezes ou mais ao dia e com volume expiratório forçado, no primeiro segundo, menor que 60% do previsto, apresentam asma persistente: