Um escolar previamente saudável, que fez todas as vacinas recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, passou a apresentar febre alta, leve irritabilidade, choro contínuo, vômitos, seguidos por prostração e confusão mental. No exame físico foi observado meningismo e estupor evoluindo para coma. O exame do líquor mostrou ausência de bactérias, 500 células por mm3 predominando linfócitos, glicose 60 mg/dL e proteínas 100 mg/dL. Não havia prova de reação de polimerase de cadeia (PCR) disponível. Nesse caso, é correto concluir que o diagnóstico a ser considerado como primeira hi...
Uma criança de quatro anos de idade passou a se queixar de cefaleia matutina, contínua, com progressiva intensificação. Concomitante, a mãe observou vômitos em jato não relacionados à alimentação e marcha cambaleante. O exame do fundo de olho mostrou papiledema. Nesse caso, é correto afirmar que o diagnóstico mais provável é de um tumor intracraniano de localização infratentorial, sendo o tipo histológico mais esperado o meduloblastoma.
Um adolescente de 11anos de idade é encaminhado ao médico porque em inúmeras ocasiões durante as aulas a professora observou que ele permanecia com o olhar vago, interrompia o que estava fazendo, como se tivesse perdido a consciência, e rapidamente voltava à atividade que vinha desenvolvendo anteriormente. O exame neurológico era normal. Um vídeo-EEG mostrou complexo espícula-onda com frequência de 3 Hz, de projeção generalizada e simétrica, intercalada com períodos de normalidade. Nesse caso clínico, o tratamento recomendado é carbamazepina na dose diária de 10 mg/kg a 20 mg/kg, di...
Um pré-escolar deu entrada em uma emergência apresentando trismo, riso sardônico, rigidez de nuca com opistótono e espamos musculares desencadeados por estímulos sonoros ou luminosos. A história vacinal era desconhecida. O médico fez o diagnóstico de tétano acidental e a criança respondeu bem ao tratamento. Nesse caso clínico, é correto afirmar que, após a alta hospitalar, que ocorreu depois de quinze dias de internação, não haveria necessidade de se administrar o esquema vacinal antitetânico completo, já que a doença causa imunidade durante os cinco anos seguintes.
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue os itens q...
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue os itens q...
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue os itens q...
Considere que uma criança de 3 anos de idade, habitante de uma cidade situada na região centro-sul do Brasil, frequentadora de creche, com histórico infeccioso anterior sem relevância e vacinação básica atualizada. Durante o último inverno, por dois dias apresentou febre baixa, seguida por coriza hialina, odinofagia, tosse seca e estridor inspiratório. O exame clínico mostrou hiperemia faríngea e tonsilar. No quinto dia da doença, a criança passou a alegar cefaleia frontal e dor de ouvido e, ao ser novamente examinada, o médico observou secreção mucopurulenta nasal, confirmada por endoscopia. Uma radiografia dos seios da face foi normal. No dia seguinte, apresentou secreção purulenta pelo conduto auditivo esquerdo. Com base nesse caso clínico, julgue os itens q...
Um pré-escolar apresenta febre, lesões vesiculosas nos lábios e odinofagia. No exame clínico, observaram-se hiperemia, edema, lesões vesiculosas e ulcerações rasas em palato, úvula e pilares anteriores. No quinto dia de evolução da doença, foram observadas pseudomembranas branco-amarelada nas amígdalas, que, destacadas, mostraram base hiperemiada e adenomegalia submandibular e cervical anterior, com gânglios pequenos, isolados e indolores.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico do quadro clínico a partir do quinto dia é compatível com infecção secundária pelo Corynebacterium diphteriae.
Um pré-escolar apresenta febre, lesões vesiculosas nos lábios e odinofagia. No exame clínico, observaram-se hiperemia, edema, lesões vesiculosas e ulcerações rasas em palato, úvula e pilares anteriores. No quinto dia de evolução da doença, foram observadas pseudomembranas branco-amarelada nas amígdalas, que, destacadas, mostraram base hiperemiada e adenomegalia submandibular e cervical anterior, com gânglios pequenos, isolados e indolores.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
O diagnóstico mais provável do quadro clínico inicial é herpangina.