A mãe de uma criança do sexo masculino, com duas semanas de vida, que nasceu de parto normal com trinta e oito semanas de idade gestacional — após gestação de baixo risco — e pesando 2.300 g, procurou auxílio médico porque havia três dias observava secreção purulenta no umbigo da criança. Segundo a mãe, a criança mamava vigorosamente, sem vomitar, estava calma e não tinha apresentado convulsões nem diarreia e sua temperatura nunca havia ultrapassado os 37 ºC. O exame clínico mostrou temperatura axilar de 37 ºC, frequência respiratória de 55 irpm, fontanela anterior normotensa; ouvidos sem secreção purulenta; umbigo vermelho e com um pouco de pus. A criança estava ativa, não chorava, não havia batimentos de asa de nariz nem gemidos, apenas retrações intercostais leves.
...A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. ...
A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. ...
A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. ...
Um lactente do sexo masculino, de seis meses de idade, foi levado à consulta de crescimento e desenvolvimento. Na sua caderneta de saúde constava que tinha recebido uma única dose das vacinas BCG, anti-hepatite B, antipoliomielite oral, tetravalente (DTO + HiB) e antipneumocócica decavalente conjugada. O profissional que o atendeu notou que o menino não brincava de esconde-achou, não conseguia transferir um objeto de uma mão para a outra, não falava “papa”, “mama”, “dada” e só se sentava se estivesse apoiado. A relação peso-idade da criança encontrava-se entre os escores
da curva peso para a idade do NHCS.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
...Um lactente do sexo masculino, de seis meses de idade, foi levado à consulta de crescimento e desenvolvimento. Na sua caderneta de saúde constava que tinha recebido uma única dose das vacinas BCG, anti-hepatite B, antipoliomielite oral, tetravalente (DTO + HiB) e antipneumocócica decavalente conjugada. O profissional que o atendeu notou que o menino não brincava de esconde-achou, não conseguia transferir um objeto de uma mão para a outra, não falava “papa”, “mama”, “dada” e só se sentava se estivesse apoiado. A relação peso-idade da criança encontrava-se entre os escores
da curva peso para a idade do NHCS.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
...Um lactente do sexo masculino, de seis meses de idade, foi levado à consulta de crescimento e desenvolvimento. Na sua caderneta de saúde constava que tinha recebido uma única dose das vacinas BCG, anti-hepatite B, antipoliomielite oral, tetravalente (DTO + HiB) e antipneumocócica decavalente conjugada. O profissional que o atendeu notou que o menino não brincava de esconde-achou, não conseguia transferir um objeto de uma mão para a outra, não falava “papa”, “mama”, “dada” e só se sentava se estivesse apoiado. A relação peso-idade da criança encontrava-se entre os escores
da curva peso para a idade do NHCS.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
...Julgue o item abaixo, a respeito de doença reumática.
No tratamento da cardite reumática em um escolar, deve-se utilizar prednisona, na dose de 1 a 2 mg/kg/dia, por duas a três semanas, até obter-se melhora clínica e laboratorial. Após esse período, deve-se reduzir lentamente a dose da prednisona até sua suspensão, entre a 8.ª e a 12.ª semanas de tratamento.
Lactente masculino, 18 meses de idade, é levado para consulta de puericultura sem queixas. Usou leite materno até o sexto mês de vida, quando começou a usar a alimentação complementar adequada e também leite de vaca 3 a 4 vezes ao dia. Não usa ou usou medicamento algum. Trouxe um hemograma que mostra Hb = 9,0 g/dl, VCM = 60 micro3, RDW = 18%. Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico MAIS PROVÁVEL para o quadro acima.
Com relação às anemias na infância, assinale a alternativa CORRETA.