Uma mulher de 27 anos de idade, nuligesta e sexualmente ativa, procura a emergência referindo dor pélvica há um dia, com piora nas últimas horas e exacerbação da dor ao se movimentar, o que dificulta a locomoção. Nega episódio prévio semelhante de dor.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se pesquisar se a paciente faz uso de método contraceptivo. Na ausência de uso de método hormonal, a fase do ciclo menstrual em que a paciente se encontra tem importância, pois o quadro pode tratar-se de cisto de corpo lúteo hemorrágico.Uma mulher de 27 anos de idade, nuligesta e sexualmente ativa, procura a emergência referindo dor pélvica há um dia, com piora nas últimas horas e exacerbação da dor ao se movimentar, o que dificulta a locomoção. Nega episódio prévio semelhante de dor.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A data da última menstruação não é relevante nesse caso, pois, de acordo com o quadro clínico da paciente, não há indício de peritonismo e, assim, pode-se descartar gravidez ectópica rota.Uma mulher de 27 anos de idade, nuligesta e sexualmente ativa, procura a emergência referindo dor pélvica há um dia, com piora nas últimas horas e exacerbação da dor ao se movimentar, o que dificulta a locomoção. Nega episódio prévio semelhante de dor.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Apendicite aguda é um diagnóstico diferencial. O diagnóstico é clínico e exames de imagem são fundamentais quando causas ginecológicas precisam ser afastadas.Uma mulher de 27 anos de idade, nuligesta e sexualmente ativa, procura a emergência referindo dor pélvica há um dia, com piora nas últimas horas e exacerbação da dor ao se movimentar, o que dificulta a locomoção. Nega episódio prévio semelhante de dor.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se pesquisar a história sexual da paciente e a presença de leucorreia fétida, de febre e de dispareunia. Na vigência de hipersensibilidade uterina e de anexos, com dor à mobilização do colo uterino, afastadas outras causas, deve-se iniciar tratamento empírico para doença inflamatória pélvica, o qual deverá ser realizado por via parenteral na vigência de febre ou de irritação peritoneal.Uma mulher de 40 anos de idade comparece a uma consulta médica com o resultado do respectivo exame citopatológico de colo uterino coletado há um mês. Esse resultado revelou lesão intraepitelial escamosa de alto grau. A paciente foi encaminhada para colposcopia.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Caso uma colposcopia em condições adequadas evidencie junção escamocolunar (JEC) completamente visível, de tipo 1, e ausência de achados colposcópicos anormais em colo uterino, deve-se garantir ausência de lesão vaginal e solicitar revisão de lâmina.Uma mulher de 40 anos de idade comparece a uma consulta médica com o resultado do respectivo exame citopatológico de colo uterino coletado há um mês. Esse resultado revelou lesão intraepitelial escamosa de alto grau. A paciente foi encaminhada para colposcopia.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Caso uma colposcopia em condições adequadas evidencie JEC parcialmente visível e epitélio acetobranco denso e mosaico grosseiro, deve-se fazer exérese da zona de transformação tipo 3.Uma mulher de 40 anos de idade comparece a uma consulta médica com o resultado do respectivo exame citopatológico de colo uterino coletado há um mês. Esse resultado revelou lesão intraepitelial escamosa de alto grau. A paciente foi encaminhada para colposcopia.
Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
No caso de colposcopia em condições normais na qual a JEC não é visível e há achados colposcópicos menores, deve-se realizar biópsia e proceder à avaliação de canal endocervical.Uma mulher de 55 anos de idade, nulípara e que passou pela menopausa há quatro anos, refere sangramento vaginal há uma semana. É obesa e diabética e não faz uso de terapia hormonal.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A paciente em questão apresenta apenas dois fatores de risco para câncer de endométrio: obesidade e diabetes.Uma mulher de 55 anos de idade, nulípara e que passou pela menopausa há quatro anos, refere sangramento vaginal há uma semana. É obesa e diabética e não faz uso de terapia hormonal.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Na avaliação dessa paciente, deve-se realizar exame especular para descartar lesões no colo uterino ou na vagina como causas do sangramento.Uma mulher de 55 anos de idade, nulípara e que passou pela menopausa há quatro anos, refere sangramento vaginal há uma semana. É obesa e diabética e não faz uso de terapia hormonal.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A ultrassonografia transvaginal é indicada para a investigação inicial de alterações estruturais no sangramento uterino anormal, em razão da relação de custo-efetividade desse método.Uma mulher de 55 anos de idade, nulípara e que passou pela menopausa há quatro anos, refere sangramento vaginal há uma semana. É obesa e diabética e não faz uso de terapia hormonal.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A biópsia endometrial é indicada na presença de fatores de risco para câncer de endométrio, sendo a histeroscopia o melhor método para avaliação da cavidade uterina, ao permitir biópsias dirigidas.Uma mulher de 55 anos de idade, nulípara e que passou pela menopausa há quatro anos, refere sangramento vaginal há uma semana. É obesa e diabética e não faz uso de terapia hormonal.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O câncer de endométrio é a principal causa de sangramento uterino na pós-menopausa.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A incidência de miomatose eleva-se com a idade no menacme.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Não há uma relação definida entre o uso de contraceptivos hormonais e o surgimento ou o crescimento dos miomas.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente é assintomática e não necessita de tratamento para a miomatose.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se suspender o contraceptivo hormonal da paciente, para evitar o crescimento dos miomas.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Predisposição genética ou familiar não faz parte da fisiopatologia da miomatose uterina.Uma paciente de 40 anos de idade, negra, nulípara e usuária de contraceptivo combinado oral, comparece a uma consulta e diz estar preocupada com o resultado da ultrassonografia transvaginal, que evidenciou a presença de dois miomas intramurais, o maior deles com 2,0 cm no maior eixo. A paciente nega dismenorreia e sangramento intermenstrual.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente em questão apresenta dois fatores de risco para a miomatose: raça negra e nuliparidade.Uma mulher de 30 anos de idade com diagnóstico de câncer de colo uterino, estádio IB1, comparece a uma consulta médica para iniciar o tratamento. O médico explica as possibilidades terapêuticas.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
O estadiamento clínico da paciente remete o quadro a um carcinoma confinado ao colo uterino, com lesão clínica menor ou igual a 4 cm.Uma mulher de 30 anos de idade com diagnóstico de câncer de colo uterino, estádio IB1, comparece a uma consulta médica para iniciar o tratamento. O médico explica as possibilidades terapêuticas.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
A histerectomia radical é o tratamento de escolha para pacientes jovens e sadias, pois preserva a função ovariana. No caso apresentado, esse procedimento pode ser realizado por via abdominal ou laparoscópica.Uma mulher de 30 anos de idade com diagnóstico de câncer de colo uterino, estádio IB1, comparece a uma consulta médica para iniciar o tratamento. O médico explica as possibilidades terapêuticas.
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Nesse caso, se houver a necessidade de preservação da fertilidade, pode-se realizar traquelectomia radical.Uma mulher de 30 anos de idade com diagnóstico de câncer de colo uterino, estádio IB1, comparece a uma consulta médica para iniciar o tratamento. O médico explica as possibilidades terapêuticas.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
Pacientes com câncer nesse estádio são pobres candidatas à cirurgia radical, pois a maioria delas necessitará de radioterapia adjuvante.