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Centro de Seleção e de Promoção de Eventos UnB (CESPE)
Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
O relato de história familiar de enurese é freqüente na forma idiopática do distúrbio.
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Uma criança de sete anos de idade sempre urinou na cama durante o sono, conforme relata sua mãe. A própria mãe apresentou o mesmo problema até o início da adolescência. O exame físico da criança é normal, assim como o exame urinário, incluindo a urocultura, que foi negativa. A criança é ativa, saudável e apresenta bom rendimento escolar. Seu estado nutricional é também normal.
Considerando esse quadro clínico, julgue os itens a seguir.
A enurese idiopática dificilmente desaparece na adolescência.
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
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Uma adolescente com doze anos de idade queixa-se de dor do tipo pulsátil, sentida em um dos lados da cabeça, acompanhada de náuseas e, às vezes, de dor abdominal seguida de vômitos. Relata que, precedendo a cefaléia, tem sensação de fraqueza, tontura, enxerga pontos luminosos e sente fotofobia. O episódio costuma durar 30 minutos e, às vezes, 1 hora, melhorando com repouso e sono. Não associa sua queixa a nenhum tipo de alimento nem a qualquer atividade física. O quadro descrito costuma ocorrer com freqüência mensal ou bimensal, e sua mãe apresenta a mesma queixa. A dor melhora com uso dos analgésicos comuns. Freqüenta a escola, onde tem bom desempenho, mesmo considerando o grau de exigência imposto por professores extremamente rigorosos. O exame físico é normal, incluindo...
Admite-se que, a partir dos 7 anos de idade, as crianças passam a apresentar semiologia das crises epilépticas do lobo temporal semelhante àquela observada nos adultos. O que NÃO é um sintoma deste tipo de crise?
Sobre a convulsão febril em crianças, analise as afirmativas a seguir.
I. É um dos problemas neurológicos com maior frequência na população pediátrica, ocorrendo entre 1 e 5 anos. Pode ser classificada em simples e complicada / complexa.
II. Acontece na presença de febre e com evidências de infecção do sistema nervoso central ou doença neurológica aguda.
III. As crises podem estar associadas com infecções virais das vias aéreas superiores, infecções pulmonares, intestinais e do trato urinário, associadas à febre decorrente de imunizações.
IV. A fisiopatologia desses eventos críticos apoia-se em três pontos fundamentais: faixa etária, presença de febre e predisposição genética, embora o modelo de herança genética ainda não tenha sido identificado.
Em recém-nascidos com hipotonia, dificuldades de amamentação, contraturas e insuficiências respiratórias, suspeita-se de doenças neuromusculares. Qual a conduta mais adequada do neuropediatra quando está diante desta suspeita?
Rodrigo é um garoto de 5 anos. Sua família procurou um neuropediatra, pois percebe que ele fala muito pouco, apenas palavras isoladas e pouco compreensíveis. No aniversário do primo de Rodrigo, a mãe também notou que seu filho permanecia brincando sozinho, parecendo nem perceber as outras crianças ao seu redor. Ele gosta bastante de robôs, desde bonecos a filminhos. Aliás, a família relatou que ele gosta de assistir repetidas vezes a mesma cena de um filminho, quando o robô está limpando a casa. Os pais acham que ele pode ter alguma deficiência intelectual, pois relataram que ele não faz gestos como dar tchau com a mão. Ele gosta muito de correr e, durante a avaliação com o neuropediatra, ficou correndo ao redor da mesa, entrando e saindo da sala, indo de um lado para o outro. Qual a hipót...
Dores de cabeça representam problemas comuns levados ao neuropediatra. Sobre este assunto, analise as assertivas a seguir.
I. Apesar de a maioria das dores de cabeça em crianças e adolescentes não serem decorrentes de tumores cerebrais, faz-se necessário um diagnóstico diferencial.
II. Sintomas de enxaqueca infantil devem incluir pelo menos 5 episódios num mês com duração entre 1 e 72 horas, ser pulsátil, intensa ou agravada pelo movimento, presença de náusea, vômito, fotofobia ou fonofobia.
III. Dor de cabeça é a queixa de pelo menos 40% de adolescentes com lúpus eritematoso sistêmico, e as dores podem ser intermitentes, lembrando a enxaqueca, ou crônicas.
IV. A avaliação de enxaqueca infantil deve ser iniciada com uma entrevista sobre o histórico médico ...
Sobre a síndrome de Guillain-Barré em crianças, analise as afirmativas a seguir.
I. É a causa mais comum de paralisia flácida, fraqueza muscular progressiva ascendente, bilateral e simétrica das extremidades, com envolvimento dos pares cranianos, parestesia distal e dor neuropática. As duas principais formas de apresentação são a polineuropatia aguda, inflamatória, desmielinizante (AIDP) seguida da neuropatia axonal, aguda motora (AMAN). Há também a síndrome de Miller-Fischer (SMF) e a neuropatia axonal, aguda, sensitiva-motora (AMSAN). A AIDP é a mais comum (85-90%) e corresponde ao quadro clínico citado acima. A AMAN, segunda mais comum (10-20%), não é necessariamente grave e está mais ligada à infecção prévia por Campylobacter jejuni.
Já há muito tempo, a forma de caminhar de uma criança de 4 anos tem preocupado seus pais. Ele só começou a andar com 1 ano e 4 meses, sendo mais desajeitado nesta época, do que as outras crianças, mas as professoras da creche disseram que era apenas desleixo e que logo isso ia passar Contudo, isso não mudou. Ele cai frequentemente, parece que cambaleia. Além disso, no último mês, a criança tem apresentado uma dificuldade crescente para se levantar quando está sentada no chão, sempre pedindo ajuda e caindo quando tenta se levantar sozinha. Na avaliação neurológica com um neuropediatra, o garoto apresentava sinal de Gowers positivo. Qual o provável diagnóstico desse garoto?
Os pais de uma criança de 3 anos a levam ao serviço de emergência após ela ter apresentado uma crise convulsiva. Ultimamente, o garoto vem sentindo labilidade emocional, dores abdominais, dor nos ossos, pouco sono, vômitos e constipação intermitentes. Qual o diagnóstico mais provável?