O exame de escolha para a detecção do contato prévio com o vírus da Hepatite C é:
O Ministério da Saúde, no calendário básico de vacinação, preconiza o uso de duas doses de reforço para a vacina:
No tratamento da Chlamydia a droga de escolha é:
A Sífilis primária é tratada com uso de:
A infecção hospitalar mais freqüentemente encontrada é:
Em relação ao tratamento de pacientes co-infectados com tuberculose e HIV, julgue os seguintes itens.
A droga de primeira linha para o tratamento da tuberculose que possui o maior potencial para interagir com drogas utilizadas no tratamento do HIV é a rifampicina.
Em relação ao tratamento de pacientes co-infectados com tuberculose e HIV, julgue os seguintes itens.
Os pacientes com esse tipo de co-infecção devem ser manejados inicialmente de forma mais agressiva e tratados com o esquema antituberculoso III, de acordo com as normas preconizadas pelo Ministério da Saúde do Brasil.
Em relação ao tratamento de pacientes co-infectados com tuberculose e HIV, julgue os seguintes itens.
A duração do tratamento para os indivíduos co-infectados deve ser de, no mínimo, seis meses.
Em relação ao tratamento de pacientes co-infectados com tuberculose e HIV, julgue os seguintes itens.
Preconiza-se o uso rotineiro de profilaxia secundária com isoniazida para os pacientes co-infectados após tratamento de sucesso com o esquema inicial, independentemente da contagem de linfócitos T CD4+.
Em relação ao tratamento de pacientes co-infectados com tuberculose e HIV, julgue os seguintes itens.
Na tuberculose pulmonar localizada, a negativação do exame de escarro após a intervenção terapêutica específica é mais demorada nos indivíduos co-infectados, comparada à de indivíduos sem a infecção pelo HIV.