J.S.L., 26 anos de idade, sexo masculino, tinha HIV prévio sem tratamento e procurou atendimento em pronto atendimento por dispneia e sibilância associados à tosse seca. Realizou radiografia de tórax que evidenciou infiltrado intersticial difuso. Foi iniciado tratamento com levofloxacino na dose adequada para pneumonia por 10 dias, sem melhora do quadro. O paciente, então, retornou ao pronto atendimento com piora da tosse e da dispneia, associadas a hipoxemia (oximetria periférica de 87%). Apresentou sibilância difusa à ausculta pulmonar, sem turgência jugular ou edema periférico. Os exames laboratoriais indicam hemoglobina = 10,0 g/dL; leucócitos = 5.000 mm³ com 10% de linfócitos e 40% de segmentados; 140 mil plaquetas, proteína C reativa = 70 mg/L; DHL = 1.200 U/L; creati...
Mulher, 72 anos de idade, obesa e hipertensa fazia acompanhamento no ambulatório de pneumologia por apresentar dispneia aos esforços com evolução no último mês. Realizou espirometria que evidenciou diminuição de capacidade pulmonar total (CPT), diminuição de capacidade vital (CV), diminuição de volume expiratório forçado em 1s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF).
A respeito do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
É correto afirmar que a paciente em questão é tabagista e necessita de broncodilatadores de longa duração.Mulher, 72 anos de idade, obesa e hipertensa fazia acompanhamento no ambulatório de pneumologia por apresentar dispneia aos esforços com evolução no último mês. Realizou espirometria que evidenciou diminuição de capacidade pulmonar total (CPT), diminuição de capacidade vital (CV), diminuição de volume expiratório forçado em 1s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF).
A respeito do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O uso de indacaterol, beta-agonista de média duração, aumentaria a sobrevida dessa paciente.Mulher, 72 anos de idade, obesa e hipertensa fazia acompanhamento no ambulatório de pneumologia por apresentar dispneia aos esforços com evolução no último mês. Realizou espirometria que evidenciou diminuição de capacidade pulmonar total (CPT), diminuição de capacidade vital (CV), diminuição de volume expiratório forçado em 1s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF).
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Fraqueza ou paralisia diafragmática poderiam justificar a solicitação de espirometria para essa paciente.Mulher, 72 anos de idade, obesa e hipertensa fazia acompanhamento no ambulatório de pneumologia por apresentar dispneia aos esforços com evolução no último mês. Realizou espirometria que evidenciou diminuição de capacidade pulmonar total (CPT), diminuição de capacidade vital (CV), diminuição de volume expiratório forçado em 1s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF).
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Considerando-se o padrão espirométrico, as principais hipóteses diagnósticas para essa paciente são fibrose cística ou bronquiolite.Mulher, 72 anos de idade, obesa e hipertensa fazia acompanhamento no ambulatório de pneumologia por apresentar dispneia aos esforços com evolução no último mês. Realizou espirometria que evidenciou diminuição de capacidade pulmonar total (CPT), diminuição de capacidade vital (CV), diminuição de volume expiratório forçado em 1s/capacidade vital forçada (VEF1/CVF).
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A correção da obesidade poderia melhorar a espirometria dessa paciente.Paciente inicia acompanhamento no ambulatório para tratar pneumonite por hipersensibilidade (PH) diagnosticada em internação hospitalar recente.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Infiltrado reticulonodular difuso pode estar relacionado à fase crônica da doença apresentada por esse paciente.Paciente inicia acompanhamento no ambulatório para tratar pneumonite por hipersensibilidade (PH) diagnosticada em internação hospitalar recente.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Ecografia pulmonar à beira do leito desse paciente deve mostrar padrão B bilateral.Paciente inicia acompanhamento no ambulatório para tratar pneumonite por hipersensibilidade (PH) diagnosticada em internação hospitalar recente.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Ecografia pulmonar à beira do leito desse paciente deve mostrar ausência de deslizamento pleural na fase crônica da doença.Paciente inicia acompanhamento no ambulatório para tratar pneumonite por hipersensibilidade (PH) diagnosticada em internação hospitalar recente.
Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Aspergilose pulmonar é uma hipótese etiológica para esse caso e eosinofilia associada a aumento de IgE sérica são indicativos desse diagnóstico.