Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 45 anos, de 70 kg, em tratamento hospitalar para pneumonia, já no terceiro ciclo de antimicrobiano, é internado na UTI com quadro de síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) e insuficiência ventilatória. No dia seguinte, após a intubação e a ventilação mecânica, o paciente apresenta deterioração do estado clínico, com necessidade de aumento na dose de vasopressor (0,3 mcg/kg/min), piora do hemograma e da proteína C reativa, declínio do lactato e agravamento do quadro radiológico. O Raio X de tórax evidenciou um infiltrado difuso bilateral importante, além de consolidação no lobo inferior direito, compatível com o diagnóstico de SARA. A gasomeria arterial evidencia um pH = 7,1, PCO 2 60, bicarbonato 10. O paciente está em ventilação protetora e a relação...
Um paciente de 40 anos de idade, em investigação de dor torácica, realizou tomografia computadorizada de tórax, que mostra um tumor de mediastino posterior. A lesão apresenta aproximadamente 3 cm, é sólida, bem circunscrita, com aparente invasão do forame vertebral de T4. A ressonância magnética confirmou a invasão do forame vertebral. Não há linfonodos acometidos. O paciente não apresenta nenhum sintoma neurológico, como perda de força, parestesia ou outras alterações. Nega comorbidades.
Com base nas informações deste caso clínico, julgue os itens a seguir.
Tumor neurogênico (Schwannoma) é o tumor de mediastino posterior mais frequente.Um paciente de 40 anos de idade, em investigação de dor torácica, realizou tomografia computadorizada de tórax, que mostra um tumor de mediastino posterior. A lesão apresenta aproximadamente 3 cm, é sólida, bem circunscrita, com aparente invasão do forame vertebral de T4. A ressonância magnética confirmou a invasão do forame vertebral. Não há linfonodos acometidos. O paciente não apresenta nenhum sintoma neurológico, como perda de força, parestesia ou outras alterações. Nega comorbidades.
Com base nas informações deste caso clínico, julgue os itens a seguir.
A condição citada refere-se a tumor em ampulheta (dumbbell), o que contraindica ressecção cirúrgica.Uma paciente de 55 anos de idade chega a um consultório devido a achado ocasional de nódulo pulmonar. Nunca fumou. Nega tabagismo passivo. É hipertensa. Constata-se cirurgia prévia de histerectomia total, em razão de miomatose uterina. Nega outras doenças. Realizou tomografia de tórax em razão de um episódio gripal, com evidência de nódulo em vidro fosco de 12 mm, localizado em lobo superior esquerdo, sem componente sólido.
De acordo com o guia publicado recentemente pela Fleischner Society (Guidelines for Management of Incidental Pulmonary Nodules Detected on CT Images: From the Fleischner Society 2017). Considerando o caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
A paciente não tem indicação de seguimento, pois o nódulo é ...