Um paciente de 19 anos de idade apresenta presença de estenose de traqueia proximal após entubação orotraqueal prolongada em CTI durante internação por politrauma após acidente automobilístico. Atualmente está traqueostomizado. Broncoscopia e tomografia de região cervical demonstram estenose de 2 cm de extensão, sem comprometimento do espaço subglótico.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se dissecar a traqueia do esôfago na maior extensão longitudinal possível, para melhor mobilização e, consequentemente, menor tensão da anastomose.